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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Este spa infantil é a prova de que os bebês sabem mesmo relaxar

O espaço é exclusivo para nenéns de até 6 meses e fica na Austrália

A nova moda agora é Spa para bebês. Dá pra acreditar? As australianas Anita Yap e Kavita Kumar criaram o Baby Spa Perth e há alguns meses oferecem sessões de hidroterapia e massagens para bebês de até seis meses.

 O tratamento é para fortalecer os músculos dos bebês de até seis meses, para ajudar a criar um melhor fluxo de respiração e para melhorar o sistema circulatório. As australianas criadoras do spa até inventaram um acessório especial chamado Bubby para os bebês conseguirem boiar sozinhos.

 

Cada sessão do spa custa cerca de R$ 200 e, de acordo com o site, apenas uma ida por semana garante os benefícios aos bebês. O spa também tem franquias na Inglaterra, África do Sul e Espanha.
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Apesar de não ser o objetivo principal, os bebês relaxam por completo no tratamento. Dá pra perceber pela carinha deles nas fotos publicadas no Instagram do Spa.  É um clique mais fofo que o outro. Dá só uma olhada na galeria.

Fonte: Revista Pais e Filhos

 

segunda-feira, 27 de março de 2017

Vacina contra febre amarela pode ser incluída no calendário infantil

No entanto, não é preciso se desesperar para vacinar a família
Uma das grandes preocupações do pais no últimos meses foi o surto de febre amarela em algumas regiões do Brasil.  Não foram só os pais de crianças pequenas que se assustaram. Quem se dirigiu à postos de saúde de todo país enfrentou filas grandes para conseguir tomar a vacina.
 Não há motivo para esse desespero, segundo Carla Magda Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Ela explicou durante um evento promovido pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), em São Paulo, que devem receber a vacina primeiro as pessoas que estão se expondo à doença (têm contato com infectados) ou têm risco de contrair (moram em regiões próximas à mata, por exemplo).

Mesmo não sendo uma grande urgência, o  Ministério da Saúde está estudando a possibilidade de incluir a vacina contra a doença no calendário de imunização das crianças de todas as regiões do Brasil, não só das áreas consideradas de maior risco.
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A primeira dose da vacina seria aos 9 meses de vida e a segunda aos 4 anos. “Mas a decisão não seria do dia para a noite. É preciso avaliar o risco-benefício. Tem que colocar na balança qual o benefício da essa vacina em regiões sem casos confirmados da doença”, afirmou a coordenadora do PNI.
É importante lembrar que bebês com menos de 6 meses, idosos com mais de 60 anos e problemas de saúde, pessoas com doenças que abalam o sistema imunológico, como aids, gestantes e lactantes não devem se vacinar contra febre amarela. Cerca de 66,5% do público alvo foi vacinado em 2016. São mais de 58,5 milhões de pessoas.

 Fonte: Revista Pais e Filhos

quinta-feira, 16 de março de 2017

Síndrome de Down: eventos de conscientização acontecem no dia 21 de março

No Dia Internacional da Síndrome de Down, uma data de luta pela visibilidade da condição, cidades brasileiras ganham uma programação com palestras, passeatas e debates sobre o assunto

 

Desde 2006, o dia 21 de março tem sido reservado para se pensar e discutir a síndrome de Down, alteração genética que se manifesta devido a presença de um cromossomo a mais no par 21. Nesta data, algumas cidades do país recebem eventos para discutir as questões que envolvem a saúde das pessoas com a deficiência e o estigma que ainda existe sobre elas. Selecionamos alguns deles:

4º Encontro de Atenção à Síndrome de Down

O curso de graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) reúne docentes, profissionais da área de saúde e de educação para conversar com pais e interessados em conhecer o universo da síndrome. Na programação, além de palestras científicas sobre fonoaudiologia, musicoterapia, saúde mental, sexualidade e autonomia, entre outros temas, haverá, no último dia do evento, a apresentação musical do projeto Alma de Batera, que oferece oficinas de bateria para pessoas com deficiência.


Quando? 23 e 24 de março, das 17h às 20h
Onde? Auditório Doutor Christiano Altenfelder da FCMSCSP – R. Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque, São Paulo (SP)
Entrada: De R$ 30 a R$ 50 (ingressos aqui)

Contato: www.sympla.com.br/4-encontro-de-atencao-a-sindrome-de-down__120213

1ª Caminhada Down de Guarulhos
 
O projeto Minha Down é Up! promove a primeira caminhada na qual os participantes poderão participar de diversas atividades de inclusão, como dança e capoeira. Também haverá lima apresentação de um Robô Grua, equipamento desenvolvido por alunos do curso de Engenharia Civil da Faculdade Anhanguera de Guarulhos, que tem como função auxiliar no desenvolvimento de crianças com a síndrome, colaborando para o desenvolvimento do raciocínio lógico e pedagógico, utilizando letras para construir palavras e frases.


Quando? 9 de abril, às 8h
Onde? Bosque Maia – R. Paulo Faccini, Guarulhos (SP)
Entrada: Gratuito, basta se cadastrar aqui
Contato: www.minhadowneup.com.br


Cuidando de Quem Cuida
 
A ONG Empathiae realiza eventos em Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Caxias do Sul (RS), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) para sensibilizar a sociedade sobre a importância do cuidado com as crianças com síndrome de Down. Serão abordados temas sobre como a descoberta da criança com a deficiência afeta a saúde da família e como os membros do lar podem se preparar para acolher o pequeno.


Quando e onde?
11 de março: Belo Horizonte, MG – Auditório da Localiza Seculus: Rua Paraíba, 330
14 de março: Vitória, ES – Auditório da Unimed:  Av. Cesar Hilal, 700, Bento Ferreira
19 de março: Caxias do Sul, RS – Universidade Caxias do Sul:  R. Pres. Kennedy, 2020
21 de março: São Paulo, SP – Centro universitário UniItalo:  Av. João Dias, 2046, Santo Amaro, SP.
Entrada: R$ 100. No dia do evento, R$ 120. As inscrições podem ser feitas através deste e-mail
Contato: www.facebook.com/empathiaeh


Fonte: Revista Crescer



 

segunda-feira, 6 de março de 2017

Ministério da Saúde anuncia mudanças no Calendário de Vacinação 2017

As faixas etárias para alguns tipos de imunizações foram ampliadas

Na manhã desta sexta-feira (3), o Ministério da Saúde anunciou modificações no Calendário de Vacinação da Rede Pública de 2017. As alterações ampliam o público-alvo para seis doses: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, meningocócica C e hepatite A. O objetivo das mudanças, segundo a pasta, é aumentar a proteção de crianças e dos adolescentes. Entre os adultos, a meta é manter a eliminação do sarampo e da rubéola e evitar novas contaminações de caxumba e coqueluche.
Veja como ficam as vacinas que foram alteradas:
Hepatite A: passa a ser disponibilizada para crianças até 5 anos. Antes, a idade máxima era 2 anos.
Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela): este ano, para crianças, há ampliação da oferta da dose, que passa a ser administrada de 15 meses até 4 anos. Antes, a aplicação era feita entre 15 meses e menores de 2 anos. A recomendação é uma primeira dose da tríplice viral
HPV: a partir de 2017, será ofertada também para meninos. Desde 2014, a dose é oferecida a meninas de 9 a 13 anos. No próximo ano, o público alvo vai incluir ainda meninas de 14 anos. Este ano, além dos meninos, a vacina será oferecida a homens que vivem com HIV e aids entre 9 e 26 anos e para imunodeprimidos, como transplantados e pacientes oncológicos.
Meningocócica C: passa a ser disponibilizada para adolescentes de 12 e 13 anos. A faixa etária será ampliada gradativamente até 2020, quando serão incluídos crianças e adolescentes de 9 a 13 anos. O esquema vacinal será de um reforço ou uma dose única, conforme situação vacinal.
dTpa adulto (difteria, tétano e coqueluche): passa a ser recomendada para as gestantes a partir da 20ª semana. As mulheres que perderam a oportunidade de se vacinar durante a gravidez devem receber a dose durante o puerpério (até 40 dias após o parto). A medida busca garantir que os bebês já nasçam protegidos contra a coqueluche por conta de anticorpos transferidos pela mãe ao feto frente a gestação.
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): este ano, será introduzida a segunda dose da vacina para a população de 20 a 29 anos. Anteriormente, a segunda dose era aplicada apenas em pessoas com até 19 anos. A mudança leva em consideração surtos de caxumba registrados nos últimos anos no país, sobretudo entre adolescentes e adultos jovens. As duas doses passam a ser indicadas para pessoas de 12 meses a 29 anos. Para adultos de 30 a 49 anos, permanece a indicação de apenas uma dose.

Fonte: Revista Crescer

 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Campanha de multivacinação para crianças e adolescentes

Começou nessa segunda-feira (19) a Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes de todo o país. Este é a primeira vez em que estão disponíveis todas as vacinas pelo SUS para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas.
Ao todo, o Ministério da Saúde enviou 19,2 milhões de doses extras das 14 vacinas para os postos de saúde de todo o país. São cerca de 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde envolvidos nos 12 dias de mobilização (a campanha acaba no dia 30 de setembro).
E assim como novidades na distribuição ocorreram, nas vacinas também temos mudanças. Veja na tabela abaixo:
Fonte: Blog Constance Zahn

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Pais congelam dentes de leite dos filhos para preservar células-tronco

Nelson Lizier, diretor científico do Centro de Criogenia Brasil, afirma que cerca de 100 procedimentos do tipo são realizados por mês no laboratório

Depois de caírem, os dentes de leite costumam ir para a lata de lixo, para a caixa de lembranças da da família ou para a fada do dente. Muitos pais, no entanto, têm optado por dar um destino diferente a eles, enviando-os para serem congelados e armazenados em clínicas de criogenia. A ideia é preservar as células-tronco presentes na parte interna do dente, chamada de polpa. Em outros países, essas células já são usadas na regeneração e reparação de tecidos dentais, como ocorre no tratamento de lábio leporino.
Mas não é só isso. A pesquisadora de aplicação de células-tronco na odontopediatria da Universidade de São Paulo (USP), Karla Rezende, explica que muitas possibilidades vêm sendo estudadas. “Essas células têm grande potencial de proliferação e já existem evidências de que o uso delas pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças degenerativas, como o Alzheimer e Mal de Parkinson. A expectativa é que dentro de 10 anos, alguns tratamentos pioneiros já estejam disponíveis”, explica Karla.
Mais barato que congelar o cordão umbilical
Nelson Lizier, diretor científico do Centro de Criogenia Brasil, afirma que cerca de 100 procedimentos do tipo são realizados por mês no laboratório. O serviço de congelamento da polpa dos dentes de leite, que começou a ser oferecido no país em 2013, custa em torno de R$ 2.600 e é preciso pagar uma taxa de manutenção anual de R$ 450.
A polpa fica congelada a -196ºC por tempo indeterminado. “Congelar as células da polpa, que têm características embrionárias, é um processo relativamente simples e sai mais barato do que fazer o mesmo com o cordão umbilical”, afirma Lizier. Para congelar o cordão, paga-se cerca de R$ 5 mil. Apesar de os dentes adultos também conterem esse tipo de células, elas estão presentes em menor quantidade e já estão envelhecidas. A ciência estima que também será possível utilizá-las para tratamentos, mas o procedimento será mais complicado do que o usado para células jovens.
Quem quer congelar a polpa do dente de leite deve primeiro entrar em contato com um centro de tecnologia autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Quando o dente começar a ficar mole, a extração pode ser feita em casa ou por um dentista, mas é importante esterilizar bem o local. Depois de retirado, o dente deve ser colocado em um tubo e permanecer refrigerado até chegar ao laboratório, onde será mantido em nitrogênio líquido.
Doar
Os pais que escolhem congelar a polpa podem também doar o restante do dente para estudos. O professor José Carlos Imparato, coordenador do Banco de Dentes Humanos da Universidade de São Paulo, ressalta que essas doações são importantes para o treinamento de novos dentistas e para diversas pesquisas. “O dente é um órgão e a consciência que temos em relação ao seu descarte tem que mudar”, afirma Imparato. “Ao incentivar as crianças a doarem os dentes, além de contribuirmos para avanços da ciência, estamos mostrando às novas gerações a importância da doação de órgãos”, afirma.
Dentes com a polpa ainda presente, de adultos e até com cáries também são muito bem-vindos nos bancos. O único requisito é estarem conservados em soro fisiológico ou água destilada. Para quem tem interesse em doar, vale entrar em contato com a universidade pública mais próxima, onde costumam estar os bancos.
Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Entenda o que é o VSR (vírus sincicial respiratório)

Saiba ainda como evitar o contágio

Febre baixa, tosse e coriza anunciam que um resfriado está chegando, não é? Nem sempre. Facilmente confundido, o VSR - vírus sincicial respiratório - atinge crianças e adultos e é responsável pela maior parte dos casos de bronquiolite em menores de 2 anos. Para essa faixa etária, a atenção deve ser redobrada porque, além desses sintomas, a virose provoca também falta de ar e chiado e pode exigir internação.
Segundo o estudo BREVI (Brazilian Respiratory Virus Study), o VSR é responsável por 66,7% dos episódios de hospitalização de bebês prematuros. Para chegar a esses dados, os pesquisadores acompanharam 303 bebês nascidos de até 35 semanas de gestação, em três centros de pesquisa diferentes: um em Porto Alegre (MG), um em Curitiba (PR) e outro em Ribeirão Preto (SP). Cada bebê foi monitorado pelo período de um ano. Primeiro, foram identificados 8 principais vírus associados a infecções respiratórias graves. Entre os quatro mais severos, o VSR ocupou a primeira posição, mostrando-se o mais frequente, seguido do rinovírus, do bocavírus e do metapneumovírus.
Grupos de risco
Além dos prematuros, crianças cardiopatas e  portadoras de doença pulmonar crônica merecem atenção. Enquanto, nos adultos, a doença causada pelo VSR provoca um quadro que se assemelha a um simples resfriado, nesse grupo de risco a infecção por esse vírus é muito grave. "Essas crianças têm imunodeficiência e suas vias respiratórias são minúsculas”, diz Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP) e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização.
Segundo também explica o professor e pesquisador Marcus Jones, da Faculdade de Medicina da PUC-RS e co-autor do estudo BREVI, "o órgão dessas crianças não tolera bem o estresse de uma infecção, já que nasce com quase nenhuma ‘reserva’ de respiração, ou seja, não tem uma grande capacidade. Em caso de infecção, o pulmão e os brônquios inflamam, restringindo a passagem de ar – por isso, o chiado no peito e uma dificuldade enorme de respirar". Por isso, em situações extremas, a complicação do quadro pode levar até a óbito.
Para diminuir a gravidade da infecção, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM) recomenda para esse grupo específico um tratamento injetável à base de palivizumabe, tipo de anticorpo com ação neutralizante e inibitória do vírus, que deve ser administrado entre os meses de março e setembro, quando a incidência de VSR é maior – o pico ocorre em agosto. O medicamento está disponível no SUS, em todos os estados brasileiros
Contágio
No mundo todo, o VSR representa 33,8 milhões de novos episódios anuais de infecção respiratória no trato inferior (que inclui os pulmões, a traqueia e os brônquios) em crianças menores de 5 anos de idade. Dentre os registros, foram apontados 3,4 milhões de hospitalizações e 66 a 200 mil óbitos (99% deles nos países em desenvolvimento). Estes números são provenientes de uma pesquisa publicada no períodico científico The Lancet em 2010.
Estima-se que 100% das crianças contraiam o VSR até os 3 anos de idade porque, nessa fase, a facilidade de contágio é muito grande. O vírus se dissemina por meio do contato entre as secreções de uma pessoa contaminada e as mucosas de uma pessoa saudável, o que pode acontecer se a primeira pessoa espirrar, tossir ou falar muito perto da segunda. Além disso, o vírus pode sobreviver por até seis horas em superfícies porosas – como as de brinquedos.
Prevenção e diagnóstico
O grande problema do VSR é que, ao contrário do que acontece com outras doenças, como a catapora, o corpo não cria imunidade ao vírus após o primeiro contato. “Geralmente, a criança desenvolve bronquiolite aguda, que provoca principalmente falta de ar e chiado no peito. Depois disso, é possível que haja episódios recorrentes, atribuídos ao VSR”, explica a pediatra Patrícia GM Bezerra, do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), de Recife (PE). Por isso, fique atenta a essas formas de prevenção:
• Amamente: o leite materno é fundamental para fortalecer o sistema imunológico da criança;
• Fuja de aglomerações de pessoas;
• Evite o contato das crianças com adultos que apresentem sintomas de resfriado ou gripe;
• Mantenha seu filho longe de fumaça de cigarro. O tabagismo passivo irrita as vias aéreas e favorece a infecção.
Vale lembrar que outra dificuldade desse vírus é o diagnóstico, que só pode ser comprovado a partir de exames laboratoriais. “Como a bronquiolite começa com um quadro de gripe simples, a mãe precisa observar se o bebê está respirando com dificuldade”, alerta Jones. Caso isso aconteça, é hora de procurar ajuda urgente. O mesmo vale para quando ele não conseguir se alimentar direito.
Meses de maior risco do VSR

O grande avanço em relação à prevenção contra o VSR são os estudos que mapeiam o processo de disseminação do vírus, estabelecendo quais são os períodos em que a doença começa a se espalhar. Nos países de estações bem definidas, como os Estados Unidos, o vírus costuma circular durante as estações de outono e inverno - apesar disso, ele não está vinculado a baixas temperaturas.
No Brasil, o período de proliferação do VSR começa na região norte, entre o fim de dezembro e o começo de janeiro, depois, avança em sentido sul. No nordeste, o VSR chega por volta de março, coincidindo com o período de chuvas. Mais tarde, ele atinge as regiões sudeste e sul, normalmente entre os meses de junho e agosto.
Fonte: Revista Crescer
 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Calendário de Vacinação Infantil sofre mudanças

Atenção papais, tem novidades no calendário de vacinação dos pequenos em 2016. OMinistério da Saúde anunciou no começo deste ano alterações nas dosagens de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia. Além de mudanças no sistema vacinação da poliomielite e no número de doses da vacina de HPV.
Para ajudar a entender as principais mudanças, colocamos em tópicos por doença:
MENINGITE
O reforço da vacina meningocócica C (conjugada), que protege as crianças contra a meningite causada pelo meningococo C, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, agora passa a ser aplicado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os quatro anos. Neste caso, as doses iniciais não mudaram e continuam sendo dadas aos três e aos cinco meses.
PNEUMONIA
A partir de agora, a dose na vacina pneumocócica 10, que protege os pequenos contra a pneumonia, foi reduzida e será aplicada em dois momentosaos dois e quatro meses, seguida de reforço aos 12 meses – podendo tomar até os quatro anos. No comunicado, o Ministério da Saúde justifica que a diminuição de três para duas doses foi tomada com base em estudos que provam que o novo esquema é tão eficiente quanto o anterior.
POLIOMELITE 
Não há mudanças em relação às datas de aplicações. O diferencial aqui é que a terceira dose da vacina contra a poliomelite, que era dada por via oral, passa agora a ser injetável.
HPV
A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que aplicada em três doses, passa a ter apenas duas vezes no novo calendário de vacinação. Meninas de 9 a 13 anos podem ser vacinadas gratuitamente e devem tomar a segunda dose da vacina seis meses depois da primeira. De acordo com o Ministério da Saúde, estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Dormir bem é preciso, e desde pequeno. Veja por quê.


Bom dia gente! 
Achei este texto no blog Dica Kids e achei legal compartilhar aqui com vocês. Espero que gostem!
Boa semana a todos!
Muitos pais não sabem mais o que fazer: os filhos “brigam” quase todo o dia com o sono. Depois, chegam à creche ou pré-escola sem vontade pra nada. É importante analisar a situação e ajudar os pais a superar esse problema, mesmo porque a falta das noites bem-dormidas atrapalha o desenvolvimento da criança pequena.
A concorrência é grande: celulares, tablets, TV… tudo fascina a criançada que, na hora de dormir, tem sempre algo mais a fazer e a noite passa a ser um “problema” para os pais, que não conseguem colocar os pequenos na cama, sem antes travar uma “batalha” de convencimento.
E a situação piora na adolescência, quando naturalmente o relógio biológico atrasa duas horas. Só que, no dia seguinte, a escola continua no mesmo horário. Ou seja, dormem pouco.
Essa rotina faz mal em qualquer idade. Para os bebês, atrapalha o amadurecimento das funções neurológicas. Crianças pequenas ficam mais agitadas e irritadas.
O sono é o momento em que tudo o que a criança vivenciou no dia é devidamente “armazenado”. Segundo especialistas, quem descansa menos de dez horas por noite é mais propenso a desenvolver problemas cognitivos e de comportamento na escola.
Também é durante o sono que os hormônios que regulam o apetite e o metabolismo da insulina são produzidos. Isso significa que dormir pouco pode levar ao diabetes e à obesidade na adolescência.
Mas, o que fazer para que a criança pequena vá pra cama na hora certa e tenha uma boa noite de sono? A primeira mudança na rotina tem de vir dos pais. Ter um horário determinado para cada coisa é essencial, porque regula também o relógio biológico.
No caso de bebês, é preciso colocá-los no berço sempre no mesmo horário. Banho, massagem, música baixa e tranquila ajudam a criar um clima. Os pais não devem permanecer no quarto com a criança por muito tempo. O ideal é sair pouco antes de o bebê dormir de fato. Assim, nas várias vezes que ele acordar à noite, não encontrar o pai ou a mãe do lado será algo natural.
Para crianças até oito anos, o horário ideal de ir pra cama é por volta das 19h. Depois desse tempo, elas voltam a ficar agitadas. Vale desacelerar a rotina um pouco antes desse horário, evitando atividades agitadas e situações de estresse.
Criar rituais para dormir também ajudam os pequenos a entrar no clima: escovar os dentes, fazer xixi, ler, dar boa noite…
Com estas dicas, você pode ajudar os pais a cuidarem melhor do sono de seus filhos que, mais descansados, vão aproveitar as atividades na escola com total disposição.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Escovando os dentes de uma maneira divertida!

Nós sabemos que as crianças não gostam muito de escovar os dentes e muito menos de ir ao dentista. Mas com um pouquinho de psicologia infantil, você pode tornar este momento divertido e estimular seu filho a escovar os dentes.
Existem algumas opções de livros sobre saúde bucal, os temas são tratados de maneira lúdica, os personagens são fadas, bichos e cientistas.

                            

Na Livraria Cultura o campeão de venda é “O Elefante que Não Sabia Escovar os Dentes”, de João Luiz do Couto, da editora Giostri. Nesse livro, o protagonista é um elefante que está com cárie, já que não escova os dentes.   Quem o ajuda são seus amigos macaco, burro, abelha e raposa. Ele aprende que deve ir sempre ao dentista e que tem que saber escovar os dentes de uma maneira correta.



Em “Sofia e o Dente de Leite”, uma menina precisa arrancar o primeiro dentinho que está mole. Para conseguir, ela recorre aos métodos tradicionais de extração, a Fada do Dente e outras fantasias. A história é toda contada em versos com rimas.
Falando em Fada do Dente, para as crianças que querem conhecer mais de perto o trabalho dela, uma indicação é o “Livro Secreto da Fada do Dente”. Na história, a rainha das fadas procurar uma substituta. Lily quer a vaga e precisa fazer um teste. Dentro do livro as crianças encontrarão vários presentes para brincar com as fadas – tatuagens para as unhas, presilha, brincos adesivos, estrelas brilhantes e um saquinho para o dentinho.
Agora as crianças não têm mais desculpas para não escovar os dentes!