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quarta-feira, 4 de março de 2015

Bebês sob o sol



Tudo o que você precisa saber para garantir a proteção da pele do seu filho nos passeios ao ar livre

Vai dar uma voltinha com o seu filho? Seja na praia, no parque ou na rua, todo cuidado é pouco quando a pele dos pequenos é exposta ao sol. “No caso dos bebês, ela é mais fina e imatura se comparada a de um adulto, o que a torna mais frágil também”, alerta o dermatologista Dolival Lobão, chefe do Serviço de Dermatologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. Os riscos mais comuns são conhecidos: queimaduras, insolação e, por consequência, desidratação. Mas o problema maior ocorre em longo prazo, já que os efeitos da radiação solar são cumulativos. “Os raios ultravioleta A e B são responsáveis, respectivamente, por manchas e envelhecimento e pelo câncer de pele”, explica. O primeiro tipo (UVA) é constante ao longo do dia, segundo o especialista, enquanto o segundo (UVB) torna-se mais intenso aproximadamente às 12h. Somado a isso, há outro agravante: a Academia Americana de Dermatologia estima que 80% da radiação solar que recebemos na vida ocorre até os 18 anos de idade. “Faz sentido, pois se trata do período em que temos mais tempo para ficar ao ar livre”, diz Magda Exposito, dermatologista do Hospital Santa Catarina (HSC), em São Paulo.

O que não significa, é claro, que as crianças têm de permanecer à sombra até a adolescência. Pelo contrário: o organismo precisa da luz do sol para fazer a síntese da vitamina D. Como, então, aproveitá-lo com segurança, principalmente em um país tropical como o Brasil, onde ele brilha o ano todo?

Vamos começar pelo básico: protetor solar. O uso do produto em crianças é liberado pelos pediatras a partir dos seis meses de idade – antes disso, há risco de alergia e irritação. Por isso, nos primeiros meses de vida, a exposição tem de ser restrita aos "banhos de sol" pela manhã (veja quadro). Após essa fase, vai aumentar naturalmente, já que a criança começa a brincar no parque, ir à praia e à piscina, entre outras atividades fora de casa. “Até os 2 anos, o ideal é optar pelos filtros solares físicos (em forma de creme). Eles são espessos e, por isso, criam uma barreira na pele, com o intuito de refletir o raio”, afirma Magda. O protetor solar deve ter fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo, e ser aplicado trinta minutos antes da exposição ao sol. "Além disso, convém reaplicá-lo a cada duas horas ou toda vez que a criança se molhar ou suar, caso a família esteja na praia, por exemplo", diz. Orelhas, pés e joelhos costumam ser esquecidos, atenção!

O melhor horário para passear ao ar livre é antes das 10h e após 16h, quando há menos incidência dos raios UVB. Na praia e na piscina, é fundamental também colocar chapéu ou boné e óculos de sol nas crianças. Outra dica são as roupas com foto protetores. Mesmo com todos esses cuidados, a dermatologista ressalta que, por conta da fragilidade da pele das crianças, não dá para bobear. Fora do período recomendado, portanto, o jeito é convencer o seu filho de brincar à sombra.

Queimou demais?

Pele vermelha e quente é sinal de queimadura de primeiro grau. Nesse caso, ofereça bastante líquido à criança: é preciso reforçar a hidratação via oral, já que perdemos água pela transpiração por causa do aumento da temperatura corporal. Se a criança reclamar de dor, nada de aplicar qualquer substância (creme dental, álcool, etc.) sem orientação médica. Há produtos específicos, como hidratantes e pomadas, que regeneram a pele e a aliviam. Converse com o pediatra da criança.

Bolhas indicam queimaduras de segundo grau, que podem atingir além da camada superficial da pele. Convém procurar um especialista para analisar a gravidade e indicar o tratamento adequado. No caso dos menores de 1 ano, as queimaduras solares são mais graves, principalmente porque eles podem desidratar com rapidez. Por isso, a recomendação é procurar ajuda médica o quanto antes.
Tomar ou não banho de sol?

A vitamina D, fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo e, por consequência, para o crescimento, é obtida por meio dos alimentos, mas também indiretamente pelo sol. Funciona assim: ao penetrar na pele, os raios UVB transformam um tipo de molécula presente no organismo em uma substância chamada de pré-vitamina D. Ao passar, então, pelo fígado e rins, ela é finalmente sintetizada. Daí a tradicional recomendação para que os bebês tomem um “banho de sol” todas as manhãs (antes das 10h) a fim de evitar doenças como o raquitismo.

Nos últimos anos, entretanto, por conta das inúmeras descobertas em relação aos malefícios causados pela exposição prolongada ao sol, o tema se tornou controverso. “A recomendação atual é de que o banho de sol dos bebês seja de cinco a dez minutos, no máximo, de duas a três vezes por semana, com apenas os braços e pernas descobertos”, afirma a dermatologista pediátrica Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Até porque, de acordo com a especialista, a indicação de suplementos de vitamina D até os 18 meses de vida é praxe entre os pediatras brasileiros, o que garante a ingestão do nutriente nesse período em que o contato direto com o sol deve ser evitado.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

O perigo do salto alto para as meninas

Quedas e lesões estão entre os principais riscos

Toda menina quer ser como a mãe – e isso significa morrer de vontade de usar as mesmas roupas e calçados. Não à toa, é cada vez mais comum encontrar nas lojas modelos de sapatos infantis para elas com saltos. “O maior risco do uso desse tipo de calçado, na infância, são quedas e lesões nos pés e tornozelos. Afinal, as crianças gostam de correr e pular”, alerta o ortopedista pediátrico Carlos Aguiar, do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Se o uso for contínuo, ele ressalta ainda que o salto pode causar problemas como encurtamento muscular, calosidades, dores nos pés e nas pernas e joanetes, entre outros. Os calçados infantis, de acordo com o especialista, têm que ficar bem firmes aos pés, para que as crianças possam se movimentar e brincar com segurança. Tudo tem seu tempo, não custa lembrar!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Hora de escolher a escola de seu filho? Conheça as linhas pedagógicas atuais!

Se você está em dúvida onde colocar seu filho para estudar, leia e entenda as linhas pedagógicas que existem atualmente.
 Vejam abaixo um resumo simples das características principais de cada linha:
Linha Construtivista
O Construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estímulo à dúvida e ao desenvolvimento do raciocínio.
O estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do Construtivismo é que o aluno adquira autonomia. A ênfase está no aspecto cognitivo.

 As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com as crianças e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.
 As disciplinas estão voltadas para a reflexão e autoavaliação, portanto a escola não é considerada rígida.
Avaliação: A linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que a criança deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.
Linha Tradicional
Na pedagogia tradicional o professor é a figura central, ele ensina as matérias de maneira sistematizada. As escolas que adotam a linha tradicional acreditam que a formação de um aluno crítico e criativo depende justamente da bagagem de informação adquirida e do domínio dos conhecimentos consolidados. Geralmente, as aulas são expositivas, com muita teoria e exercícios sistematizados para a memorização. O professor é o guia do processo educativo e exerce uma espécie de “poder”. Tem como função transmitir conhecimento e informações. As avaliações são periódicas, por meio de provas, e medem a quantidade de informação que o aluno conseguiu absorver.
São escolas que preparam seus alunos para o vestibular desde o início do currículo escolar e enfatizam que não há como formar um aluno questionador sem uma base sólida, rígida e normativa de informação.
Avaliação: A forma de promoção é a avaliação, que mede a quantidade de conhecimento que foi memorizada. Quem não alcança a pontuação mínima é reprovado e deve cursar a mesma série novamente.
Linha Waldorf
Fundada por Rudolf Steiner em 1919, em Stuttgart, na Alemanha, a pedagogia Waldorf é orientadada a partir de pontos de vista da Antroposofia. A trajetória da criança é composta por ciclos de sete anos, nos quais ela tem um tutor. As aulas da Educação Infantil nesse sistema têm ênfase em artes e em trabalhos manuais, como marcenaria, culinária etc.
O ensino teórico é sempre acompanhado pelo prático, com grande enfoque nas atividades corporais, artísticas e artesanais, de acordo com a idade dos estudantes.
Não há repetência, justamente para que as etapas de aprendizagem possam estar em sintonia com o ritmo biológico próprio de cada idade.
No primeiro ciclo (0-7 anos), a ênfase é no desenvolvimento psicomotor, essa fase é dedicada principalmente às atividades lúdicas; não inclui o processo de alfabetização.
O segundo ciclo (7-14 anos), que corresponde ao Ensino Fundamental, compreende a alfabetização e a educação dos sentimentos, para que os alunos adquiram maturidade emocional. Nesta fase, não existe professores específicos para cada disciplina, mas sim um tutor responsável por todas as matérias, que acompanha a mesma turma durante os sete anos.
Já no terceiro ciclo, equivalente ao Ensino Médio (14-21 anos), o estudante está pronto para exercitar o pensamento e fazer uma análise crítica do mundo.
Avaliação: Para avaliar os alunos, procura-se abolir provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.

Linha  Montessoriana
O método parte da ideia de que a criança é dotada de infinitas potencialidades. Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria.
As salas de aula das escolas que adotam essa pedagogia têm, em média, 20 alunos e procuram ter diversos materiais para estimular a aprendizagem. Em vez de a professora passar as lições, as atividades ficam dispostas em sala e o aluno escolhe qual irá fazer no dia. Ele deve cumprir os módulos obrigatórios para avançar nos estudos. As salas podem ser ordenadas por séries, como no ensino tradicional, ou por ciclos, com mais alunos de idades diferentes na mesma sala.
Os alunos são expostos a trabalhos, jogos e atividades lúdicas, que os aproximem da ciência, da arte e da música.
Avaliação: Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final do Ensino Fundamental e do Médio pode haver monografia.
Fonte : Blog Just Real Moms

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

10 importantes valores para ensinarmos aos nossos filhos!

Bom dia gente!
Como vocês já sabem, sempre compartilho aqui  dicas úteis que encontro na internet. Hoje vou compartilhar este texto que achei no blog Just Real Moms que fala dos valores que precisamos ensinar aos nossos filhos todos os dias. O texto foi escrito com base em dicas de diversos materiais: livros, revistas e um texto do site Mdemulher pelo próprio blog Just Real Moms.

Confiram os 10 valores que precisamos ensinar aos filhos todos os dias:

1- Honestidade
Um dos valores éticos mais importantes. A forma de ensinar é com paciência e bom exemplo. Dizer sempre a verdade e ser sincero é um bom começo. Ensine a criança o conceito de propriedade, se ela pegar o brinquedo do amiguinho e levar para casa, vá com ela devolver e pedir desculpas.

2- Amor próprio
Ajuda a construir a autoestima e a autoconfiança da criança de que é capaz de enfrentar situações novas. Elogios e incentivos dos pais são essenciais. Se ela errou, critique o erro, não a personalidade nem a própria criança.

3- Responsabilidade
Cumpra suas obrigações: chegue no horário e respeite acordos. Maturidade e responsabilidade não podem ser confundidas com chatice ou caretice.

4- Humildade
Enxergue o gari e o diretor da escola como seus iguais e respeite-os. Ouça críticas de coração aberto. Admita quando estiver errado e não sinta vergonha de pedir desculpas. Errar é humano! E aprender com os erros é uma das maiores bençãos de vida.

5- Cortesia
Trate todos com educação. Peça licença, diga “por favor” e “obrigado”, sorria sempre. Sendo gentil, a gente consegue as coisas com mais facilidade. Sempre que possível, ofereça ajuda. Não custa nada dar uma mão para o vizinho com as compras de supermercado, né?

6- Otimismo
Tente enxergar o lado bom das coisas. Prefira ver o copo meio cheio, em vez de meio vazio! Isso é um exercício de vida! Aceite que os conflitos, por piores que sejam, permitem que a gente cresça. Diga mais SIM do que NÃO. Procure mais razões para agir, em vez de desculpas para ficar parado.

7- Solidariedade
Compartilhe. Divida o que tem com os outros. Quando você doa, o velho vira novo. Qualquer armário esconde mil coisas que não nos servem mais. E elas podem fazer outras pessoas felizes, como no dia em que você as comprou ou ganhou. Ser generoso não custa nada e ainda preenche o coração.

8- Flexibilidade
Balance ao sabor do vento. Ser maleável permite se curvar sem quebrar, adaptar-se às situações, aguentar a pressão sem perder a elegância. E saber a hora de ceder não significa covardia ou falta de convicção. É sabedoria!

9- Tolerância às diferenças
É natural que o diferente pegue a criança de surpresa. Cor da pele, altura, religião, cabelo etc. Mostre que a beleza do mundo está nessas diferenças e seja exemplo, não falando mal das pessoas na frente dos filhos.

10- Perseverança
Sabia que antes de inventar a lâmpada, Thomas Edison fez inúmeros testes que deram errado? Se você tem uma ideia e acredita nela, persista! Tenha força de vontade suficiente para não desistir nos primeiros obstáculos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Quer que seu bebê aprenda a falar? Converse com ele



Estimular áreas do cérebro auxilia na compreensão e na articulação de palavras, diz estudo


“Vamos passear no parque?” “Está com fome?” “Mamãe te ama!” Você costuma dizer essas frases para o seu filho, mesmo antes de ele saber respondê-las? Se sim, está no caminho certo. A cada momento em que o bebê escuta palavras repetidas, como “mamãe” e “papai”, o cérebro dele memoriza esses sons e seus sentidos.

A constatação vem de uma pesquisa realizada pela Universidade de Washington, Estados Unidos, após examinar o funcionamento do sistema nervoso de 57 crianças de 7 a 11 meses. Usando uma espécie de “capacete” com scanner, que faz parte da técnica não-invasiva magnetoencefalografia (ufa!), os bebês escutaram sílabas como “mama” e “papa”. Isso fez com que as áreas do cérebro designadas à fala fossem estimuladas. “Nosso estudo mostrou que os bebês de 7 meses já estão tentando formular os movimentos corretos para pronunciar as primeiras palavras”, afirmam os cientistas.

Quando seu filho tiver 6 meses, ele já saberá reconhecer os termos que escuta com maior frequência. Aos 7, será capaz de reconhecer se o adulto está falando na língua nativa ou em alguma que ainda desconhece. E claro: o cérebro já está bem ocupado em tentar entender o idioma da conversa – então tenha paciência e espere alguns meses até que o bebê saiba responder a suas perguntas!
Em geral, isso ocorre até 1 ano e 6 meses, quando a criança fala palavras simples e com significado. Se aos 3 anos seu filho ainda não articular vocábulos, procure um especialista indicado pelo pediatra. Ele vai investigar se há algum problema neurológico ou psiquiátrico. Também fará um teste de audição, já que, conforme o estudo mostrou, escutar é essencial no aprendizado da fala.

Até lá, converse muito com o seu filho, sempre mantendo contato visual. Sua expressão facial, a linguagem corporal e o tom da voz ajudam a prender a atenção da criança. Uma dica é aproveitar momentos a sós com o bebê para dialogar – durante a alimentação, o banho ou a troca da fralda, ele está próximo e atento a você. Bom papo!

Ficou curioso para saber como é a magnetoencefalografia, em que ocorre o mapeamento do cérebro? Veja esse vídeo aqui, que mostra um trecho do estudo da Universidade de Washington sendo feito:

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como conseguir o equilíbrio do uso da tecnologia na vida de nossos filhos?

Bom dia!
O post de hoje foi escrito exclusivamente para o Just Real Moms, pelas  colunistas pedagogas da Orientace Pedagogia. Achei interessante compartilhar com vocês!
Elas abordaram um tema que não temos como fugir: a tecnologia! Afinal, até quando devemos permitir ou proibir nossos filhos a terem acesso ao inevitável mundo digital?
Boa leitura!

A tecnologia e nossos filhos!
Quem nunca se surpreendeu com a agilidade com que as crianças, desde cedo, manuseiam celulares,tablets ou qualquer outro equipamento eletrônico?
É mesmo surpreendente a facilidade que elas têm!
Muitas vezes, nós, adultos, paramos para questionar tal ação e ficamos sem saber como agir, perplexos por constatar como a tecnologia encanta e, muitas vezes, paralisa nossos filhos.
Então, como fazer?

O primeiro ponto a ser considerado é que a tecnologia está presente no dia a dia de todos, não podemos fechar os olhos para isso. Diferente de nós, as crianças veem os pais, avós, tios etc., navegando em computadores para pesquisar, usando tablets para fazer compras ou jogar e celulares para bater papo. E, como todos sabem, os adultos são modelos para as crianças.
Sendo assim, a palavra chave é EQUILÍBRIO!
Podemos possibilitar o acesso à tecnologia, mas ações como correr, andar de bicicleta, desenhar e ler livros, entre outras tantas, são atividades fundamentais para o desenvolvimento dos pequenos, e não podem ser esquecidas!
Por isso, algumas dicas importantes para fazer uso da tecnologia de forma consciente são:
- O ideal é que a exposição aos jogos eletrônicos seja apenas depois dos 2 anos de idade.
- O tempo recomendando, seja para filmes seja para jogos, é de 45 minutos diários. Estipule este limite junto ao seu filho. Aplicativos como o LimitGMtime ou o Screen Time tocam um alarme quando o tempo determinado pelos adultos se esgota.
- Organizar e combinar com seu filho uma rotina “tecnológica”, ou seja, estabelecer quando e por quanto tempo ele poderá usar o dispositivo desejado. Isso pode ser definido por meio de uma conversa, ou até mesmo por imagens disponibilizadas em um calendário semanal.
- Filmes, desenhos infantis e jogos eletrônicos antes de dormir atrapalham o sono da criança.
- Determinar quais jogos ou aplicativos a criança pode usar ou não. Há aplicativos educacionais de boa qualidade e que podem sim ajudar no desenvolvimento de seu filho. Pesquise e avalie antes de baixá-los.
- O ideal é que você coloque filtros em seu computador e tablet restringindo os acessos para alguns sites. Caso seu filho reclame que um amigo acessa certo jogo e ele não, cabe aos pais serem firmes e dizer: “Na nossa casa não permitimos esse jogo, pois não é para a sua idade!”. Cada casa tem suas regras.
- Mostre ao seu filho os benefícios que a tecnologia apresenta, como pesquisar. A Google disponibiliza uma página para que as crianças possam fazer suas pesquisas para a escola de maneira segura, chamada Kidrex.
- A criança não pode substituir o ato de brincar com os amigos por jogos eletrônicos, afinal qual é a interação nisso? Criança X máquina não traz desafios que auxiliem no desenvolvimento social. Além disso, pesquisas recentes associam o uso da televisão e videogames à obesidade e diabetes infantil.
- Passamos um tempo enorme citando os malefícios ocasionados pelo fato de a criança se alimentar em frente à TV… No entanto, muitas vezes, para distrair os pequenos em restaurantes, oferecemos ostablets. Este é um ponto importantíssimo para reflexão: estamos “comprando” o nosso sossego nos almoços e jantares, bem como nos finais de semana?
- Jantar e almoço são momentos em que a família se reúne para contar as novidades do dia, para se reunir e descontrair. É importante também que a criança aprenda com os adultos como se portar à mesa e se atente a cada alimento que está comendo.
Ponderação e bom senso! Vamos à procura do equilíbrio para o bem-estar de nossos filhos!

Texto produzido pelas pedagogas da Orientace Pedagogia.
www.orientacepedagogia.com.br

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

9 comportamentos da vida adulta que são influenciados pela infância

Inúmeras pesquisas já provaram que o comportamento adotado na vida adulta é, em grande parte, decorrente das experiências pelas quais passamos na infância. Obesidade e subserviência são alguns problemas que têm raízes no passado e podem ser atribuídos às atitudes de nossos pais.
Para ajudar você a fazer conexões entre o passado e o presente e se entender melhor – e quem sabe até tentar melhorar as características que lhe incomodam -, o Business Insider reuniu 14 fatores que podem ter sofrido influência de acontecimentos passados. Veja quais deles selecionamos:
Codependência
Se quando criança seus pais não deixavam você tomar decisões, você pode ter se tornado um adulto dependente física ou emocionalmente de outra pessoa. De acordo com a conselheira mental Laura JJ Dessauer, aquelas crianças que não puderam escolher como se vestir ou com quem brincar se tornaram adultos codependentes, o que significa que você nunca tem controle em seus relacionamentos, sendo facilmente manipulado.
Intimidade
Como foi a relação com seu pai? Se na infância você era ligado a seu pai, como adulto, sabe lidar com intimidade. “A pesquisa encontrou uma conexão definitiva entre a qualidade da relação pai-filho e as relações interpessoais mais tarde na vida”, disse o pesquisador-chefe Dr. Nurit Nahmani. O que quer dizer que se quando criança você teve uma conexão emocional com seu pai, você é capaz de ingressar em um relacionamento íntimo saudável com um eventual parceiro amoroso.
Teimosia
Se você teve pais muito controladores, você pode ter se tornado um adulto teimoso. Teimosia é um mecanismo de defesa que as crianças adotam para escapar da vontade de seus superprotetores. Quando crescerem, elas provavelmente carregarão esse comportamento para a fase adulta.
Problemas de comunicação
Você via muitos programas de televisão quando criança? Se sim, você pode ter prejudicado suas habilidades de comunicação. Pesquisadores descobriram que a TV diminui a comunicação entre pais e filhos. Depois de observar crianças mães e seus rebentos, eles concluíram que mesmo quando havia diálogos, os comentários dos pais eram alheios à fala de seus filhos, resultando em uma “troca improdutiva que poderia dificultar oportunidade de aprendizagem para as crianças”.
Agressividade
Aqueles que assistiram a muita violência na televisão estão propensos a se tornarem adultos agressivos. De acordo com um estudo que durou 15 anos, as crianças modelam seus comportamentos nas cenas violentas, nas quais gestos agressivos são recompensados.
Mau comportamento
Se você apanhou muito quando criança, pode ter se tornado um adulto dissimulado. No livro “Drive”, Daniel Pink explica que a tentativa de moldar o comportamento de uma criança através de recompensas ou punições não vai atingir o objetivo desejado. Em vez disso, se corrigirem ao receber palmadas ou retaliações do gênero, as crianças vão se empenhar cada vez mais para não serem pegas da próxima vez. A conclusão é que se seus pais bateram muito em você na infância, provavelmente você vai se deter a um mau comportamento, contudo, vai aprender como agir assim sem ser pego.
Hábitos alimentares
Traumas na infância podem ocasionar a obesidade na fase adulta. Vários estudos indicam uma correlação entre transtornos alimentares e o abuso sexual e outras experiências traumáticas na infância. Um estudo de 2007 apontou que o abuso sexual na infância aumenta o risco de obesidade em 27% em comparação com mulheres que nunca foram abusados ​​sexualmente. Quanto aos homens, um estudo de 2009 mostrou que sofrer abuso sexual na infância aumenta o risco de obesidade em 66% em comparação com os homens que nunca foram abusados sexualmente.
Desempenho fraco
Se você sofreu bullying quando criança, provavelmente se tornou um adulto pouco prático. Um estudo britânico que acompanhou 7.771 pessoas dos 7 aos 50 anos descobriu que as vítimas de bullying na infância tinham baixa escolaridade, maior ansiedade, salários mais baixos e maior índice de depressão.
Depressão
Maus tratos na infância aumentam a predisposição à depressão. Um estudo do King’s College de London realizado em 26 mil pessoas constatou que aqueles que enfrentaram diferentes formas de maus tratos têm 2,27 vezes mais chances de ter casos recorrentes de depressão.
Os maus-tratos, de acordo com relatório do The Guardian são:
• Rejeição por parte da mãe
• Disciplina severa por um dos pais
• Comportamento inconstante por parte do cuidador primário durante toda a infância
• Maus tratos físicos ou sexuais

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

16 benefícios da amamentação

No Dia Mundial da Amamentação, oferecemos razões indiscutíveis para não se abrir mão da possibilidade de oferecer o peito ao filho

Entre os dias 1 a 7 de agosto, comemora-se a Semana Mundial de Amamentação, idealizada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba, a sigla em inglês), em cerca de 150 países. Este ano, o objetivo é chamar atenção para os inúmeros benefícios que a amamentação traz para a vida inteira, da infância à maturidade.

Abaixo você confere 16 razões fundamentais para oferecer o peito ao seu filho:


1. O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado, pois atende a todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança até os 6 meses de idade.

2. Fácil de ser digerido, provoca menos cólicas nos bebês.



3. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne alergias, obesidade e intolerância ao glúten.

4. Contém uma molécula chamada PSTI, responsável por proteger e reparar o intestino delicado dos recém-nascidos.


5. O momento da amamentação aumenta o vínculo entre mãe e filho e colabora para que a criança se relacione melhor com outras pessoas. 


6. Previne a anemia.



7. A sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê.




8. Quando o ômega 3 está presente no leite materno, o que varia de mulher para mulher de acordo com sua alimentação, ele ajuda no desenvolvimento e crescimento dos prematuros nos primeiros meses de vida.



9. Ajuda no desprendimento da placenta, contribuindo para a volta do útero ao tamanho normal. Com isso, também evita o sangramento excessivo e, consequentemente, que a mãe sofra de anemia. 



10. Protege a mãe contra o câncer de mama e de ovário.



11. Estudo publicado na American Journal of Obstetrics revela que a amamentação reduz o risco de a mulher desenvolver síndrome metabólica (doenças cardíacas e diabetes) após a gravidez, inclusive para aquela que teve diabetes gestacional.



12. A amamentação dá às mães as sensações de bem-estar, de realização, e também ajuda a emagrecer, pois consome até 800 calorias por dia (mas dá uma fome...). 



13. É de graça, natural, prático, e não desperdiça recursos naturais. 



14. Está sempre pronto para ser transportado e ingerido (não precisa nem aquecer).

15. Protege a mãe contra doenças cardiovasculares, segundo estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Para a pesquisa, foram analisadas 140 mil mulheres no período pós-menopausa, ou seja, com média de 63 anos, e o resultado mostrou que aquelas que amamentaram por mais de um ano tiveram 10% menos risco de sofrer com essas doenças, se comparado com aquelas que nunca amamentaram.

16. Bebês que mamam exclusivamente no peito até os seis meses têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatoide e recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

10 razões pelas quais aparelhos móveis devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos!

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca.
1. Crescimento cerebral acelerado
Entre 0 e 2 anos de idade, o cérebro da criança triplica de tamanho, e ele continua em estado de desenvolvimento acelerado até os 21 anos de idade (Christakis 2011). O desenvolvimento cerebral infantil é determinado pelos estímulos do ambiente ou a ausência deles. Já foi comprovado que o estímulo a um cérebro em desenvolvimento causado por superexposição a tecnologias (celulares, internet, iPad, TV) é associado ao déficit de funcionamento executivo e atenção, atrasos cognitivos, prejuízo da aprendizagem, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de se autorregular, por exemplo, acessos de raiva (Small 2008, Pagini 2010).

2. Atraso no desenvolvimento
O uso de tecnologia restringe os movimentos, o que pode resultar em atraso no desenvolvimento. Hoje uma em cada três crianças ingressa na escola com atraso no desenvolvimento, o que provoca impacto negativo sobre a alfabetização e o aproveitamento escolar (HELP EDI Maps 2013). A movimentação reforça a capacidade de atenção e aprendizado (Ratey 2008). O uso de tecnologia por menores de 12 anos é prejudicial ao desenvolvimento e aprendizado infantis (Rowan 2010).
3. Obesidade epidêmica
Existe uma correlação entre o uso de televisão e videogames e o aumento da obesidade (Tremblay 2005). Crianças às quais se permite que usem um aparelho digital no quarto têm incidência 30% mais alta de obesidade (Feng 2011). Uma em cada quatro crianças canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas (Tremblay 2011). 30% das crianças com obesidade vão desenvolver diabetes, e os obesos correm risco maior de AVC e ataque cardíaco precoce, resultando em grave redução da expectativa de vida (Centro de Controle e Prevenção de Doenças, 2010). Em grande medida devido à obesidade, as crianças do século 21 talvez formem a primeira geração da qual muitos integrantes não terão vida mais longa que seus pais (Professor Andrew Prentice, BBC News 2002).
4. Privação de sono
60% dos pais não supervisionam o uso que seus filhos fazem de tecnologia, e 75% das crianças são autorizadas a usar tecnologia no quarto de dormir (Fundação Kaiser 2010). 75% das crianças de 9 e 10 anos têm déficit de sono em grau tão alto que suas notas escolares sofrem impacto negativo (Boston College 2012).
5. Doença mental 
O uso excessivo de tecnologia é um dos fatores responsáveis pelas incidências crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno do apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático (Bristol University 2010Mentzoni 2011Shin 2011Liberatore 2011, Robinson 2008). Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada, e muitas tomam medicação psicotrópica que apresenta riscos (Waddell 2007).
6. Agressividade 
Conteúdos de mídia violentos podem causar agressividade infantil (Anderson, 2007). A mídia de hoje expõe as crianças pequenas cada vez mais violência física e sexual. O game "Grand Theft Auto V" retrata sexo explícito, assassinato, estupros, tortura e mutilação; muitos filmes e programas de TV fazem o mesmo. Os EUA classificaram a violência na mídia como Risco à Saúde Pública, devido a seu impacto causal sobre a agressividade infantil (Huesmann 2007). A mídia informao uso crescente de restrições físicas e salas de isolamento para crianças que exibem agressividade descontrolada.
7. Demência digital
O conteúdo de mídia que passa em alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção e também para a redução de concentração e memória, devido ao fato de o cérebro "podar" os caminhos neurais até o córtex frontal (Christakis 2004, Small 2008). Crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.
8. Criação de dependência
À medida que os pais se apegam mais e mais à tecnologia, eles se desapegam de seus filhos. Na ausência de apego parental, as crianças podem apegar-se aos aparelhos digitais, e isso pode resultar em dependência (Rowan 2010). Uma em cada 11 crianças e jovens de 8 a 18 anos é viciada em tecnologia (Gentile 2009).
9. Emissão de radiação
Em maio de 2011 a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones celulares (e outros aparelhos sem fios) como risco de categoria 2B (possivelmente carcinogênico), devido à emissão de radiação (OMS 2011). Em outubro de 2011, James McNamee, da Health Canada, lançou um aviso cautelar dizendo: "As crianças são mais sensíveis que os adultos a uma série de agentes, porque seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento." (Globe and Mail 2011). Em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Toronto, recomendou que, com base em pesquisas novas, a exposição a frequências de rádio seja reclassificada como risco de categoria 2A (provavelmente carcinogênico), não 2B (possivelmente carcinogênico). A Academia Americana de Pediatria pediu uma revisão das emissões de radiação de campo eletromagnético de aparelhos de tecnologia, citando três razões relativas ao impacto sobre as crianças (AAP 2013).
10. Insustentável
O modo em que as crianças são criadas e educadas com a tecnologia deixou de ser sustentável (Rowan 2010). As crianças são nosso futuro, mas não há futuro para crianças que fazem uso excessivo de tecnologia. É necessária e urgente uma abordagem de equipe para reduzir o uso de tecnologia pelas crianças.
As Diretrizes de Uso de Tecnologia para crianças e adolescentes, vistas abaixo, foram desenvolvidas por Cris Rowan, terapeuta ocupacional pediátrica e autora de Virtual Child; o Dr. Andrew Doan, neurocientista e autor de Hooked on Games; e a Dra. Hilarie Cash, diretora do Programa reSTART de Recuperação da Dependência da Internet e autora de Video Games and Your Kids, com contribuições da Academia Americana de Pediatria e da Sociedade Pediátrica Canadense, no intuito de assegurar um futuro sustentável para todas as crianças.
Tabela Crianças

terça-feira, 29 de julho de 2014

A importância do esporte na vida da criança

Bom dia!!
Hoje foi compartilhar com vocês um texto que foi escrito especialmente para o blog Just Real Moms, ele fala sobre a importância do esporte na vida das crianças. Espero que gostem e boa leitura!
Iniciação aos esportes

Como já dizia o poeta há muitos anos atrás… Mens sana in corpo sano!
Esse provérbio do poeta romano Juvenal é super atual. Todos nós sabemos o quanto é importante cuidar da nossa mente e do nosso corpo. Com os nossos filhos não pode ser diferente. Se nos preocupamos com que tenham acesso a bons livros para ler, que frequentem uma boa escola, não podemos nos esquecer de auxiliar no desenvolvimento corporal deles.
Quando estamos lidando com coordenação motora, precisamos nos atentar tanto a praxia fina (ter a capacidade de pegar um copo de água sem derrubar ou segurar um lápis de cor) quanto à grossa (correr, saltar, engatinhar…).
O desenvolvimento cognitivo, motor e social precisa andar lado a lado. A prática regular de exercícios físicos é uma ótima solução para auxiliar nesse desenvolvimento. Além disso, também contribui para:
- Socialização;
- Conhecimento de seu corpo;
- Conhecimento de seus limites e superação de barreiras;
- Aprendizado do seguimento de regras;
- Lidar com as emoções.
Vejam a seguir, o que é mais indicado para as crianças, de acordo com a faixa etária:
De 1 a 3 anos
Nessa fase o importante é brincar livremente, explorar o ambiente e assim, aos poucos, conhecer o que é possível fazer com o corpo, desenvolvendo as expressões corporais. Atividades que aliam música com movimento são bem motivadoras também, bem como aulas lúdias de natação, afinal, qual criança não gosta de água? Aliás, a natação traz segurança no meio líquido, treina a coordenação motora, estimula o sistema cardiovascular e aumenta a capacidade pulmonar.

De 4 a 6 anos
Nesse estágio as crianças já conhecem mais o que podem fazer com o corpo, e isso as deixa bem felizes. Aqui é a fase de conhecer brincadeiras e jogos com poucas regras (corre cutia, pato ganso, amarelinha, brincadeiras de roda…). Brincar com bolas e bambolês, correr em parques, andar de bicicleta são propostas ideais para esta faixa etária também. Outra opção é matriculá-las na iniciação esportiva, para que tenham contato com diversas modalidades e descubram, aos poucos, qual é a preferida!

De 7 a 10 anos
Nessa fase do desenvolvimento as crianças já têm bem desenvolvido a capacidade de coordenar movimento e olhar. Por isso, a iniciação de jogos pré-esportivos é indicada. Algumas atividades interessantes são: futebol, ballet, capoeira, judô e circo, que desenvolvem também a disciplina. Nessa fase, gradativamente, as crianças vão conhecendo as regras dos desportos.
Importante lembrar que o esporte não deve ser imposto e nem visto como obrigação ou como imposição do desejo dos pais de transformar seus filhos em atletas. A criança tem que gostar e se divertir com o esporte que escolher!
Vamos todos nos mexer?
Usem nossas dicas e criem uma rotina de atividades corporais para seus filhos. Ela não precisa ser sempre acompanhada por um professor ou aula específica. A atividade física pode ocorrer em casa, no parque, em qualquer local!

Texto produzido pelas pedagogas da Orientace Pedagogia