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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Saiba tudo sobre a dieta paleolítica

Um tema que está se tornando muito comum nas rodas de conversas do mundo fitness e nos meios de comunicação é a Dieta Paleolítica. Quando ouvimos pela primeira vez a respeito de tal dieta, automaticamente pensamos nos homens primatas que moravam nas cavernas. Será que a dieta de nossos ancestrais é saudável e pode ser usada nos dias de hoje? Será que esse tipo de alimentação traz benefícios para a saúde meu bebê?
DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO: entendendo a essência da polêmica Dieta Paleolítica
Apesar de ter conquistado popularidade recentemente e tendo como maior mentor o professor da Universidade Estadual do Colorado (EUA) Loren Cordain, tal teoria surgiu em um estudo publicado em 1985 no The New England Journal of Medicine. O artigo cientifico argumentava que o genoma humano não teve tempo de se adaptar a alimentos que não faziam parte da nossa dieta antes do advento da agricultura.
Segundo seus defensores, a dieta ideal para o homem é aquela praticada pelos nossos ancestrais pré-históricos. Ou seja: devemos comer apenas aquilo que poderíamos caçar, matar, colher ou tirar da terra, como um homem das cavernas.
O homem está na Terra há mais de 2 milhões de anos e a agricultura foi desenvolvida há menos de 10 mil anos, o que corresponde a apenas 0,5% do tempo da nossa existência. A agricultura, portanto, é muito recente do ponto de vista evolutivo, e é evidente que estamos geneticamente adaptados à alimentação do período paleolítico, e não à atual.
No período paleolítico, os fatores geográficos eram determinantes e diversas dietas eram seguidas pelos humanos. Os esquimós alimentavam-se basicamente de carne de baleia, peixe e poucas frutas. Os aborígenes australianos, de diversos tipos de caças. Os habitantes da floresta amazônica tinham uma farta oferta de frutas, raízes e folhas, mas poucas carnes. Dessa forma, alimentos “plantados”, como arroz, feijão, trigo e cevada, são excluídos.
COMIDA DE VERDADE: embarcando na dieta paleolítica atual
Apesar de considerarem a dieta de nossos ancestrais a mais apropriada para o organismo dos humanos modernos, os seguidores ferrenhos da paleo ressaltam que o modo de vida e o atual acesso aos alimentos tornam impossível comer hoje o que um homem das cavernas comia.
É absolutamente impossível seguir a dieta paleolítica com rigor, já que compramos nossos alimentos em supermercados e não precisamos mais caçar ou coletar. A saída estaria em apostar em comidas de verdade, em alimentos de procedência mais natural possível. Dar preferência avegetais orgânicos, à carne de animais criados no pasto, a ovos de galinhas não confinadas e que não comam ração. E rejeitar tudo que for processado e industrializado.
A dieta paleolítica proposta para os dias atuais opta por encontrar pontos em comum a todas essas versões: a ausência de grãos, de óleos extraídos de sementes (soja, algodão, canola e milho) e de produtos processados e artificiaisA presença do leite é polêmica: alguns aceitam, outros rejeitam.

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OS CINCO PRINCIPAIS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE
1. Baixa ingestão de carboidratos e baixo índice glicêmico: frutas frescas e vegetais representam a maior fonte de carboidrato nesse tipo de dieta. A maior parte desses alimentos tem baixo índice glicêmico, melhorando a velocidade de digestão e absorção dos nutrientes e evitando o pico de açúcar no sangue.
2. Alta ingestão de fibras: alimentação rica em fibras é essencial para o controle do açúcar no sangue, para a regulação intestinal e equilíbrio do organismo de uma forma geral. É importante lembrar que na dieta paleo os grãos não entram. Então, a fonte de fibras será através do consumo dos vegetais.
3. Moderado consumo de gorduras monoinsaturadas, poliinsaturadas, Omega 3 e 6: o consumo moderado de gordura melhora os níveis de colesterol bom (HDL) no sangue, diminui o risco de doença cardiovascular, além de ser importante para o transporte e absorção de algumas vitaminas (A, D, E,K) e minerais no organismo. Dê preferência para o consumo das castanhas, abacate e azeite de oliva.
4. Alto consumo de potássio e baixo de sódio: alimentos frescos contêm de 5 a 10 vezes mais potássio do que sódio. O potássio é necessário para o trabalho em harmonia do coração, rins e outros órgãos. Baixa concentração de potássio está associado com pressão arterial alta, problemas no cardíacos e infarto. Os mesmos problemas são encontrados em uma dieta com excesso de sódio. Importante evitar o consumo de produtos industrializados, pois estes contêm um teor alto de sal. Além disso, é válido optarmos por um bom sal, como o do himalaia.
5. Alta ingestão de vitaminas, minerais, antioxidantes e fitoquímicos: a ingestão de frutas, verduras, legumes e gorduras saudáveis melhora o aporte de vitaminas A, C e B12 (precursores de muitas reações no organismo).
PALEO BABY
A maior parte dos adultos que seguem a dieta aderiram a esse novo conceito depois de muitas tentativas frustradas em busca de um corpo saudável. Para evitar tal desgate, o ideal é introduzir o quanto antes o bebê. Quando inserimos nossos filhos na dieta paleo, estamos dando uma chance deles terem contato com alimentos saudáveis e nada industrializados. Ao contrário de doces e salgadinhos altamente processados, oferecemos alimentos ricos em fibras, proteínas e sais minerais necessários para a formação deu corpo saudável e em crescimento.
Para os primeiros meses de vida do bebê, os benefícios da dieta paleo devem vir através do leite materno. Os bebês crescem tão rapidamente que a obtenção de uma nutrição adequada é crucial: amamentação proporciona a um bebê todos os nutrientes de que necessita para se desenvolver.
Quando o bebê tem idade suficiente (a partir dos 6 meses) para começar a comer alimentos sólidos, alimentos como banana, palitos de cenoura cozidos e abacate são uma opção muito melhor do que farináceos muito utilizados para fazer papinhas ou engrossar o leite.
COMO ENVOLVER UMA CRIANÇA MAIORZINHA NA DIETA PALEO
O ideal é incentiva-los a ajudar na cozinha, lavando, descascando e cortando vegetais e frutas. Adolescentes podem ajudar na elaboração de um menu paleo para família, nas compras e nos processos de cocção. Além disso, uma maneira de fazer quase qualquer alimento se tornar mais atraente é criar uma versão mini: mini omeletes, mini hambúrguer, mini saladinhas, etc.
CUIDADO!!! CRIANÇAS PRECISAM DE CARBOIDRATOS!
A única e real diferença entre uma dieta paleo para adultos para de uma criança são os níveis mais elevados de glicose para os pequenos, afinal, as crianças estão em fase de crescimento.Isso não significa que eles necessitam de uma tigela repleta de cereais açucarados, bolachas, bolos e pães. Substitua tais fontes de carboidratos por tubérculos (batata doce, mandioca, cará, inhame e beterraba).
ALÉM DA ALIMENTAÇÃO: PALEO É UMA FILOSOFIA DE VIDA
O conceito Paleolítico é novo para a maioria das pessoas e essa novidade pode despertar muitas questões e críticas favoráveis e desfavoráveis. Paleo é mais do que comida, é uma maneira diferente de interagir com os alimentos e com o ambiente de uma maneira mais respeitosa e saudável. Eu, particularmente, aprecio muito essa filosofia. “Comida de verdade” é para todos – crianças ou adultos. Ajudar seu filho a optar por alimentos naturais e integrais à alimentos industrializados é um dos maiores presentes que você pode dar a ele.
Agora, não precisamos ser radicais e 100% paleo. As proteínas não precisam ser consumidas na sua forma crua, por exemplo. As gorduras anti-inflamatórias como oleaginosas, abacate, óleo de coco e azeite são utilizadas com fonte de energia inteligente pelo nosso organismo, se consumidos sem excessos. E grãos e carboidratos na forma de tubérculos não precisam ser retirados da dieta. O legal sempre é termos parcimônia e adotarmos um estilo de vida saudável para nossa família. O equilíbrio está acima de tudo!!! Pensem nisso, antes de seguir alguma dieta alimentar.
Espero que tenham gostado.
Até a próxima!!
Fonte:
Heloísa Tavares é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em pediatria clínica pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, graduada em pedagogia na Faculdade de Educação da USP e atua há mais de 10 anos em consultório junto à Clínica Len de Pediatria. Contato: helotavares@terra.com.br.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cuidado com as fotos de seus filhos postadas na internet

Nossos filhos são lindos e dá vontade de mostrá-los para todo mundo o tempo todo! Cada carinha, cada momento, cada gracinha… Como mãe é mãe, achei importante postar aqui alguns cuidados que podem ajudar a prevenir problemas com as fotos dos pequenos.
E por problemas, eu entendo desde olho gordo (rsrsrs… tem quem acredite!) até uso indevido de imagem em sites, blogs ou mesmo propagandas.
1. Evite postar fotos em alta resolução: Quanto melhor a resolução, mais fácil de manipulá-la em programas como Photoshop. Há quem procure fotos na internet para fazer folders, panfletos etc. Por isso, evite se não quiser correr o risco de ver seu filho por aí provendo algo que você não gosta ou com o que não concorda.
2. Nunca poste fotos de outras pessoas sem pedir autorização: Pode ser que a pessoa não queira se expor ou se sinta constrangida… Em última instância, isso pode gerar um problemão relacionado ao direito de uso de imagem, ainda que a autoria da foto seja sua, com o consentimento da pessoa.
3. Restrinja a visualização das fotos: Em redes sociais você tem como restringir quem pode ver o quê e que ações cada um pode tomar em relação a suas fotos. No Facebook, por exemplo, é possível classificar seus amigos em grupos e autorizar a visualização por apenas alguns grupos. É possível também desabilitar a função de compartilhamento, de forma que as pessoas não consigam compartilhar suas fotos com quem você não deseja ou não conhece. Além disso, é possível proibir que se faça download da imagem ou o famoso “copiar-e-colar”. O Flickr, por exemplo, tem essa opção.
4. Não faça upload de fotos em sites e comunidades que você tenha alguma dúvida sobre a procedência: Não é bom nem imaginar seus filhos indo parar em sites de pornografia infantil ou coisas hediondas do tipo!
5. Não ceda direitos de uso de suas fotos a ninguém: A não ser que esteja ciente do que será feito com essas fotos uma vez que você os ceda. Saiba também que direito autoral (quem fez a foto) e direito de uso da imagem (quem está na foto) são coisas diferentes. Para dar um exemplo, eu jamais posto fotos de cliente no meu blog ou site sem pedir uma autorização por escrito especificando qual foto, como e onde será usada e por quanto tempo.
6. Tome muito cuidado com termos de adesão de sites, comunidades e de concursos de fotografia: Assinar um documento desses (ou aceitar online) pode significar que você autoriza que aquela foto seja usada como os donos do site ou do concurso bem entenderem, inclusive para promover produtos. Leia tudo antes de dar “ok” e esteja ciente do que está ou não autorizando.
Mesmo com todas essas precauções, a maldade e a malandragem sempre existem, infelizmente. Mas, de qualquer forma, nós fazemos o que estiver ao alcance para nos proteger, certo?

quarta-feira, 4 de março de 2015

Bebês sob o sol



Tudo o que você precisa saber para garantir a proteção da pele do seu filho nos passeios ao ar livre

Vai dar uma voltinha com o seu filho? Seja na praia, no parque ou na rua, todo cuidado é pouco quando a pele dos pequenos é exposta ao sol. “No caso dos bebês, ela é mais fina e imatura se comparada a de um adulto, o que a torna mais frágil também”, alerta o dermatologista Dolival Lobão, chefe do Serviço de Dermatologia do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. Os riscos mais comuns são conhecidos: queimaduras, insolação e, por consequência, desidratação. Mas o problema maior ocorre em longo prazo, já que os efeitos da radiação solar são cumulativos. “Os raios ultravioleta A e B são responsáveis, respectivamente, por manchas e envelhecimento e pelo câncer de pele”, explica. O primeiro tipo (UVA) é constante ao longo do dia, segundo o especialista, enquanto o segundo (UVB) torna-se mais intenso aproximadamente às 12h. Somado a isso, há outro agravante: a Academia Americana de Dermatologia estima que 80% da radiação solar que recebemos na vida ocorre até os 18 anos de idade. “Faz sentido, pois se trata do período em que temos mais tempo para ficar ao ar livre”, diz Magda Exposito, dermatologista do Hospital Santa Catarina (HSC), em São Paulo.

O que não significa, é claro, que as crianças têm de permanecer à sombra até a adolescência. Pelo contrário: o organismo precisa da luz do sol para fazer a síntese da vitamina D. Como, então, aproveitá-lo com segurança, principalmente em um país tropical como o Brasil, onde ele brilha o ano todo?

Vamos começar pelo básico: protetor solar. O uso do produto em crianças é liberado pelos pediatras a partir dos seis meses de idade – antes disso, há risco de alergia e irritação. Por isso, nos primeiros meses de vida, a exposição tem de ser restrita aos "banhos de sol" pela manhã (veja quadro). Após essa fase, vai aumentar naturalmente, já que a criança começa a brincar no parque, ir à praia e à piscina, entre outras atividades fora de casa. “Até os 2 anos, o ideal é optar pelos filtros solares físicos (em forma de creme). Eles são espessos e, por isso, criam uma barreira na pele, com o intuito de refletir o raio”, afirma Magda. O protetor solar deve ter fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo, e ser aplicado trinta minutos antes da exposição ao sol. "Além disso, convém reaplicá-lo a cada duas horas ou toda vez que a criança se molhar ou suar, caso a família esteja na praia, por exemplo", diz. Orelhas, pés e joelhos costumam ser esquecidos, atenção!

O melhor horário para passear ao ar livre é antes das 10h e após 16h, quando há menos incidência dos raios UVB. Na praia e na piscina, é fundamental também colocar chapéu ou boné e óculos de sol nas crianças. Outra dica são as roupas com foto protetores. Mesmo com todos esses cuidados, a dermatologista ressalta que, por conta da fragilidade da pele das crianças, não dá para bobear. Fora do período recomendado, portanto, o jeito é convencer o seu filho de brincar à sombra.

Queimou demais?

Pele vermelha e quente é sinal de queimadura de primeiro grau. Nesse caso, ofereça bastante líquido à criança: é preciso reforçar a hidratação via oral, já que perdemos água pela transpiração por causa do aumento da temperatura corporal. Se a criança reclamar de dor, nada de aplicar qualquer substância (creme dental, álcool, etc.) sem orientação médica. Há produtos específicos, como hidratantes e pomadas, que regeneram a pele e a aliviam. Converse com o pediatra da criança.

Bolhas indicam queimaduras de segundo grau, que podem atingir além da camada superficial da pele. Convém procurar um especialista para analisar a gravidade e indicar o tratamento adequado. No caso dos menores de 1 ano, as queimaduras solares são mais graves, principalmente porque eles podem desidratar com rapidez. Por isso, a recomendação é procurar ajuda médica o quanto antes.
Tomar ou não banho de sol?

A vitamina D, fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo e, por consequência, para o crescimento, é obtida por meio dos alimentos, mas também indiretamente pelo sol. Funciona assim: ao penetrar na pele, os raios UVB transformam um tipo de molécula presente no organismo em uma substância chamada de pré-vitamina D. Ao passar, então, pelo fígado e rins, ela é finalmente sintetizada. Daí a tradicional recomendação para que os bebês tomem um “banho de sol” todas as manhãs (antes das 10h) a fim de evitar doenças como o raquitismo.

Nos últimos anos, entretanto, por conta das inúmeras descobertas em relação aos malefícios causados pela exposição prolongada ao sol, o tema se tornou controverso. “A recomendação atual é de que o banho de sol dos bebês seja de cinco a dez minutos, no máximo, de duas a três vezes por semana, com apenas os braços e pernas descobertos”, afirma a dermatologista pediátrica Kerstin Abagge, presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Até porque, de acordo com a especialista, a indicação de suplementos de vitamina D até os 18 meses de vida é praxe entre os pediatras brasileiros, o que garante a ingestão do nutriente nesse período em que o contato direto com o sol deve ser evitado.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Google lança aplicativo YouTube Kids para dispositivos Android e iOS

Na última sexta-feira (20/2) surgiram informações sobre o YouTube Kids, um novo aplicativo da Google voltado ao público infantil, que deixa os pais mais tranquilos com o conteúdo que seus filhos estão visualizando. O rumor indicava que a companhia iria lançar em breve o app, e foi muito mais rápido que todos pensaram.
A empresa revelou que está trabalhando há algum tempo no novo app, e que reuniu diversos funcionários da Google, e pais, para desenvolver a ferramenta. Além da segurança, o YouTube Kids foi desenvolvido com foco na facilidade, a interface é muito mais simples, assim as crianças podem utilizá-lo sem problemas.
Assim como todos aguardavam, a seleção de vídeos disponíveis nessa versão é muito menor, com produções apropriadas para a família toda. Há praticamente as mesmas opções do YouTube normal, com músicas, shows, vídeos educativos, entretenimento, e muito mais.


Além de fazer pesquisas normais as crianças também poderão buscar por voz, e há conteúdos de todos os tipos, principalmente de ensinamentos. Por exemplo, os pais podem buscar por produções que ensinam matemática, ou até como fazer certas coisas, mas é claro que as crianças também podem assistir vídeos divertidos, como “Galinha Pintadinha”.
Os pais também podem configurar o aplicativo com as seguintes opções:
  • Temporizador para limitar o tempo de uso das crianças
  • Configurações de som que possibilitam deixar os vídeos mais “calmos”
  • Opção de desativar a pesquisa e deixar disponíveis apenas os vídeos da tela inicial
O rumor apenas indicava o lançamento para dispositivos da plataforma Android, ainda mais que é um produto da Google, porém, a companhia também liberou o aplicativo para iOS. Os usuários já podem fazer download na Google Play Store e App Store. Não há nenhuma informação sobre uma possível versão para navegadores.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Hora de escolher a escola de seu filho? Conheça as linhas pedagógicas atuais!

Se você está em dúvida onde colocar seu filho para estudar, leia e entenda as linhas pedagógicas que existem atualmente.
 Vejam abaixo um resumo simples das características principais de cada linha:
Linha Construtivista
O Construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estímulo à dúvida e ao desenvolvimento do raciocínio.
O estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do Construtivismo é que o aluno adquira autonomia. A ênfase está no aspecto cognitivo.

 As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com as crianças e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.
 As disciplinas estão voltadas para a reflexão e autoavaliação, portanto a escola não é considerada rígida.
Avaliação: A linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que a criança deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.
Linha Tradicional
Na pedagogia tradicional o professor é a figura central, ele ensina as matérias de maneira sistematizada. As escolas que adotam a linha tradicional acreditam que a formação de um aluno crítico e criativo depende justamente da bagagem de informação adquirida e do domínio dos conhecimentos consolidados. Geralmente, as aulas são expositivas, com muita teoria e exercícios sistematizados para a memorização. O professor é o guia do processo educativo e exerce uma espécie de “poder”. Tem como função transmitir conhecimento e informações. As avaliações são periódicas, por meio de provas, e medem a quantidade de informação que o aluno conseguiu absorver.
São escolas que preparam seus alunos para o vestibular desde o início do currículo escolar e enfatizam que não há como formar um aluno questionador sem uma base sólida, rígida e normativa de informação.
Avaliação: A forma de promoção é a avaliação, que mede a quantidade de conhecimento que foi memorizada. Quem não alcança a pontuação mínima é reprovado e deve cursar a mesma série novamente.
Linha Waldorf
Fundada por Rudolf Steiner em 1919, em Stuttgart, na Alemanha, a pedagogia Waldorf é orientadada a partir de pontos de vista da Antroposofia. A trajetória da criança é composta por ciclos de sete anos, nos quais ela tem um tutor. As aulas da Educação Infantil nesse sistema têm ênfase em artes e em trabalhos manuais, como marcenaria, culinária etc.
O ensino teórico é sempre acompanhado pelo prático, com grande enfoque nas atividades corporais, artísticas e artesanais, de acordo com a idade dos estudantes.
Não há repetência, justamente para que as etapas de aprendizagem possam estar em sintonia com o ritmo biológico próprio de cada idade.
No primeiro ciclo (0-7 anos), a ênfase é no desenvolvimento psicomotor, essa fase é dedicada principalmente às atividades lúdicas; não inclui o processo de alfabetização.
O segundo ciclo (7-14 anos), que corresponde ao Ensino Fundamental, compreende a alfabetização e a educação dos sentimentos, para que os alunos adquiram maturidade emocional. Nesta fase, não existe professores específicos para cada disciplina, mas sim um tutor responsável por todas as matérias, que acompanha a mesma turma durante os sete anos.
Já no terceiro ciclo, equivalente ao Ensino Médio (14-21 anos), o estudante está pronto para exercitar o pensamento e fazer uma análise crítica do mundo.
Avaliação: Para avaliar os alunos, procura-se abolir provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.

Linha  Montessoriana
O método parte da ideia de que a criança é dotada de infinitas potencialidades. Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria.
As salas de aula das escolas que adotam essa pedagogia têm, em média, 20 alunos e procuram ter diversos materiais para estimular a aprendizagem. Em vez de a professora passar as lições, as atividades ficam dispostas em sala e o aluno escolhe qual irá fazer no dia. Ele deve cumprir os módulos obrigatórios para avançar nos estudos. As salas podem ser ordenadas por séries, como no ensino tradicional, ou por ciclos, com mais alunos de idades diferentes na mesma sala.
Os alunos são expostos a trabalhos, jogos e atividades lúdicas, que os aproximem da ciência, da arte e da música.
Avaliação: Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final do Ensino Fundamental e do Médio pode haver monografia.
Fonte : Blog Just Real Moms

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CRUZEIRO DOS SONHOS

Bom dia!
Já pensou em levar seus filhos para um cruzeiro com todos os personagens do filme "Frozen" ?
Alguns navios da Disney Cruise Line ( Europa/Alasca) se transformam em castelos de gelo com todos os personagens do longa. E se você ainda quiser mais, você pode levar seus filhos em um cruzeiro até a Noruega , um dos lugares que inspiram a criação da história.
Boa viagem a todos!!!



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Decoração de quartos de bebê menina

Bom dia mamães!
Decorar o quarto e fazer o enxoval de nossas princesas é algo que toda mãe adora fazer, não é?!
Então preparei este post com idéias de quartos no estilo Provençal, que está bem em evidência nas últimas tendências de decoração para bebês.
Espero que gostem!


































sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Como dar limites para as crianças de acordo com a idade!

Bom dia!
Acho que toda mãe se preocupa em como dar uma boa educação e  limites aos filhos , mas temos muitas dúvidas e inseguranças se estamos fazendo a coisa certa.  A partir de qual idade temos que começar a dar limites? Quando eles começam a entender os tais limites? Enfim, temos mil questionamentos!
Encontrei um texto excelente na Revista Crescer, que recomenda os pais a darem limites de acordo com a idade. Segundo esse artigo,  engana-se quem pensa que um bebê não tem limites. A rotina, por si só, já é o primeiro contato que seu filho tem com as regras da casa. Mas a maneira como elas são impostas varia conforme a maturidade da criança.
É natural que a criança menor demande mais atenção, inclusive na hora de dar limites. Porém, é importante ter as mesmas regras para todos em determinados casos – se devem comer à mesa, se podem mexer no computador da mãe, se precisam lavar a cabeça todos os dias… Entenda em que fase seu filho está e como funciona o limite em cada uma.

Até os 6 meses: 
Ele não tem noção de que existem outras coisas além dele. Mas os horários de banhos e mamadas são suas primeiras regras.

Até os 2 anos:
Seu filho começa a perceber o mundo e as pessoas ao seu redor, mas ainda não sabe dividir – é a tradicional fase do “é meu!”. É nesse período que o “não”, principalmente relacionado à segurança, passa a fazer parte mais ativamente da vida dele. Porém, a criança nessa idade quase não entende essa palavrinha. Portanto, não ache que isso será suficiente para que ela não ponha mais o dedo na tomada. Se for preciso, retire-a de perto do perigo.

Dos 3 aos 5 anos:
É quando tem início os períodos de birra e da aquisição da fala, o que permite mais argumentação – é a fase dos porquês. Por isso, vale usar uma explicação mais elaborada, passando valores, questões morais e conceitos de bem-estar dela e do outro.

Após os 6 anos: 
A autoridade dos pais começa a enfraquecer, pois passa a ser ainda mais dividida entre professores, pais de amigos, e outros. Nessa idade, começa o contraste das responsabilidades. Portanto, use a proibição somente nos casos em que a argumentação não é suficiente. O elogio continua sendo poderoso, mas ele precisa ser merecido. Isso não significa parabenizar só quando seu filho acertar, mas também quando ele se empenhar para conseguir. Quanto mais velha a criança, mais trabalho dá para colocar limites, mas nunca é tarde!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dicas que podem ajudar a promover a amizade entre irmãos – por Carla Poppa


Se por um lado o filho mais velho pode perder subitamente o seu lugar de bebê na família quando nasce um irmão mais novo, por outro lado, também é comum que o filho mais novo não usufrua da mesma atenção dedicada ao primeiro filho. Essa combinação de experiências, se não for reconhecida e cuidada pelos pais, pode provocar ressentimentos e insatisfações na relação entre os irmãos. Quando isso acontece, os pequenos conflitos do dia a dia se transformam em oportunidades de expressar e encontrar algum alívio para a raiva que eles vêm acumulando ao longo do tempo. Essa dinâmica impede que as brincadeiras e as trocas afetivas entre as crianças possam acontecer, e com o passar do tempo, a relação entre os irmãos pode se desgastar e permanecer distante.
Para evitar que as brigas se tornem uma rotina, é possível oferecer alguns cuidados tanto no dia a dia da relação com as crianças como nos momentos das brigas. A ideia é tentar reconhecer e respeitar as necessidades emocionais de cada filho para que os ressentimentos não se acumulem:

Cuidado para não exigir do seu filho mais velho uma maturidade maior do que a idade dele permite
Quando nasce um novo filho e o primeiro filho se torna o “irmão mais velho” é preciso cuidado para não associar a esse novo papel da criança uma súbita cobrança por comportamentos mais maduros. É compreensível que com a chegada de um bebê na família, os pais incentivem a independência do filho mais velho. Porém, essa cobrança não pode ser excessiva. Se o filho mais velho for recriminado quando solicitar a atenção dos pais, ou perder seu direito de ser “paparicado” ou de receber “colo”, é possível que ele se sinta insatisfeito e ressentido com os pais e com seu irmão mais novo. Algumas crianças se esforçam e tentam corresponder com a expectativa dos pais e passam a agir de maneira mais independente do que a maioria das crianças da sua idade. Muitas vezes, ajudam até a cuidar do irmão mais novo, mas permanecem ressentidos por não terem sua fragilidade acolhida na relação com seus pais. Nesses casos, apesar do esforço que a criança faz para ser um filho que “não dá trabalho”, em algumas situações do dia a dia o ressentimento que sente foge do seu controle e ele pode ser agressivo com seus pais ou com seu irmão. Se os pais não conseguirem se sintonizar com os sentimentos (ressentimento, ciúmes, anseio de se sentir protegido…) que estão por trás da agressividade da criança é possível que se instale um ciclo vicioso na família: o irmão mais velho se sente ressentido, é agressivo com os pais e com o irmão mais novo, é colocado de castigo, se sente rejeitado e seu ressentimento se intensifica, assim como seus comportamentos agressivos…

Cuidado para cultivar um vinculo forte com o filho mais novo que permita impor limites às suas atitudes
Muitos pais costumam dizer que criar o segundo, ou terceiro filho é “muito mais fácil”. Essa afirmação faz mesmo sentido, já que é no nascimento do primeiro filho que os pais precisam aprender a serem pais e, mais importante, a se reconhecer e se apropriar dessa nova função. Com os outros filhos esse desafio não se apresenta mais. Por isso, muitas vezes, as mães e os pais se sentem mais tranquilos nos primeiros meses de vida do segundo filho, o que pode ajudá-lo a dormir melhor, a chorar menos e a se adaptar à rotina da casa com maior facilidade. Por outro lado, a atenção que os pais dedicam ao segundo filho, mesmo nos seus primeiros meses de vida, não costuma ser uma atenção exclusiva como foi com o primeiro filho. Se para alguns pais essa percepção não traz grandes consequência, pois, com o tempo, a relação com o segundo filho também vai se estreitando, para outros pais, que não conseguem estreitar a relação com o filho mais novo, essa percepção pode fazer com que se sintam muito culpados. Nesse contexto, é possível que os pais sejam mais coniventes e menos exigentes, ou ainda, que exagerem nos elogios ao segundo filho como uma maneira de compensar e se redimir pelo desequilíbrio que acreditam que existe na atenção que dedicam aos seus filhos.
Essa dinâmica tem consequências tanto para o filho mais novo quanto para o mais velho. O mais novo tende a agir com a intenção de conseguir atenção. Pode invadir as brincadeiras do irmão mais velho com seus amigos, e ter atitudes que irritam o irmão. E o mais velho pode se sentir ressentido por não ser protegido nesses momentos pelos pais e também desvalorizado, quando os elogios ao filho mais novo são desproporcionais.
O risco é que os dois filhos permaneçam ressentidos e se sintam menos amados pelos pais, o que pode impedir as trocas de afeto entre eles. Por isso, quando essa dinâmica é identificada é preciso atenção para que as reais necessidades das crianças possam ser atendidas (no caso do mais novo, uma maior proximidade e intimidade com os pais; e do mais velho, a proteção e o reconhecimento das suas qualidades).

Permita que seus filhos expressem suas dificuldades de lidar com o irmão e os ajude a lidar com essas situações
Mesmo nas famílias em que a atenção aos filhos é bem equilibrada, a convivência entre irmãos pode levar a alguns conflitos. Nessas situações, é comum que os irmãos sintam raiva e, como ainda precisam aprender a lidar com esse sentimento, podem ser agressivos um com o outro. Por isso, as brigas representam uma oportunidade de ensiná-los a lidar com a raiva, o que é mais fácil de fazer quando o autocontrole dos pais está bem desenvolvido e eles conseguem se manter calmos nessas situações para pedir que as crianças respirem fundo, se acalmem e contem o que aconteceu. Quando a intenção dos pais não é de “buscar culpados”, mas de ajudar as crianças a lidar com suas emoções, o relato da briga não tem como objetivo descobrir quem está certo e quem está errado, mas passa a ser o de ajudar as crianças a verbalizar o que desejam e buscar um acordo por meio do diálogo. Quanto mais as crianças puderem desenvolver a sua capacidade de verbalizar suas emoções, desejos e expectativas, menos precisarão recorrer à agressividade. Isso porque a agressividade aparece (inclusive nos adultos!!) como recurso quando faltam palavras!!

Reserve um tempo para usufruir da companhia de cada filho
A melhor maneira de diminuir a competitividade, os ressentimentos, e favorecer a amizades e as brincadeiras entre os irmãos é cuidar para que se sintam bem em relação a quem eles são. Quando as crianças se sentem bem em relação a si mesmas, elas ficam abertas para a troca de afetos e para as brincadeiras. Para isso, tente reservar um tempo para fazer uma atividade prazerosa com cada um dos seus filhos. As interações em que a criança tem a atenção dos pais dedicada a ela são muito importantes para o fortalecimento da sua autoestima. Não só por ela perceber que é capaz de proporcionar momentos de alegria para as pessoas que ama, como também porque nesses momentos os pais podem perceber com maior clareza as qualidades do seu filho e contar para ele. Quanto mais fortalecida emocionalmente a criança estiver, mais ela poderá se relacionar em uma posição de igualdade não só com seus irmãos como com as outras crianças, para estreitar e aproveitar os seus laços de amizade!!

Carla Poppa é psicóloga formada pela PUC-SP, fez especialização em Gestalt Terapia pelo Instituto Sedes Sapientae. É mestre e doutoranda em Desenvolvimento Infantil na PUC-SP.
Atende em seu consultório, na Rua Dr. Veiga Filho, 350, em Higienópolis, crianças, adolescentes e adultos, onde também orienta pais em sessões individuais ou em grupo.
fonte; Blog Just Real Moms

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Guirlandas de Natal

O Natal está chegando...então inspire-se e faça uma linda guirlanda para enfeitar a sua casa!!!!!