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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Oficinas infantis no JK Iguatemi


Os finais de semana de maio reservam muita criatividade e diversão para as crianças, com uma série de oficinas de trabalhos manuais realizadas pelo Grupo Curumim, onde os pequenos artistas vão confeccionar vasinho de toalha (13 e 14/5), foguetinho (20 e 21/5) e cobra 3D (27 e 28/5).

Todas as atividades contam com o acompanhamento de monitores especializados, tendo capacidade de 20 crianças por sessão e duração de cerca de 25 minutos cada.


Horários
de 06/05/2017 a 28/05/2017
Sáb e Dom
das 14h00 às 20h00
Local: terceiro piso do shopping - indicado para crianças de 4 a 12 anos de idade.

JK Iguatemi
Av Presidente Juscelino Kubitschek 2041, Vila Olimpia
São Paulo, SP
04543-011
Brasil

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

DIY: aprenda a fazer tinta facial caseira – fácil e simples!

Que tal aproveitar o fim de semana para fazer tintas facial para a criançada? Adorei este post do Blog Just Real Moms e resolvi compatilhar com vocês.
Que criança não adora se fantasiar? Os pequenos adoram o mundo da imaginação, que é importantíssimo para o desenvolvimento deles! Agora, no período de férias, é preciso ter muita criatividade para entretê-los. Aqui em casa, além das fantasias, a pintura de rosto faz bastante sucesso.
Mas comprar tintas faciais que têm vários ingredientes suspeitos (e que são difíceis de remover!) não é legal e nada prático. Além disso, elas saem mais caras do que fazer a própria tinta, que é mais confiável e SUPER fácil de fazer.
Por isso, trouxe hoje um passo a passo que encontrei no Pop Sugar para vocês fazerem tinta facial caseira!
Ingredientes
Amido de milho
Loção facial
1/4 de colher de chá de óleo vegetal
Tinta a base d’água
Potinhos
1 vasilha pequena

Como fazer
Para fazer a base da tinta de rosto, misturem partes iguais de amido de milho e loção facial. Acrescentem o óleo vegetal, que evita que a massa esfarele. A tinta deve ficar macia e sem água!
Agora, adicionem uma colher da mistura em um potinho e acrescentem um pouco de tinta a base d’água – só um pontinho mesmo, do tamanho de uma ervilha! A maioria dessas tintas não é tóxica, mas confiram sempre o rótulo!
Continuem fazendo o mesmo processo para as cores desejadas, em potinhos separados. Para dar glitter à cor, adicionem sombra de olho com brilho nos potinhos e passem por cima da tinta.
Antes de aplicarem as tintas nas crianças, façam um teste em uma pequena parte do corpo para conferir se não haverá reação alérgica. Se estiver tudo ok, utilizem uma esponja macia para rosto para aplicar a tinta, como aquelas de maquiagem. Assim, quando a pintura secar, fica livre de manchas.

Fonte: Blog Just Real Moms

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

“Kubo e as Cordas Mágicas” chega aos cinemas para emocionar crianças e adultos

Animação em stop-motion, que estreia nesta quinta-feira (13), fala de temas de “gente grande” sem abrir mão da fantasia do universo infantil

Discutir luto, perda e finitude não são as escolhas óbvias para um roteiro de filme infantil, mas é isso que faz de maneira comovente, e muitas vezes divertida, a história de Kubo e as Cordas Mágicas. A aventura que estreia nesta quinta-feira (13) no cinema é a obra prima do estúdio Laika, que já produziu outros longas de temática sombria bem recebidos pela crítica como ParaNorman (um menino capaz de conversar com fantasmas e zumbis) e Coraline e o Mundo Secreto (uma garotinha que, ao cruzar uma passagem oculta, acaba em uma realidade alternativa sinistra).
Logo nos primeiros segundos de exibição, Kubo impressiona pelo visual bem trabalhado e original. As texturas de pelo, roupa e cabelo dos personagens se destacam e as cenas em que origamis foram usados encantam pela beleza e fluidez. A estética impressionante é resultado da técnica de stop motion, especialidade da Laika, em que modelos reais são usados e fotografados diversas vezes para dar a ideia de movimento.
Acompanhando o visual caprichado, o roteiro não fica atrás em termos de qualidade. A narrativa, que tem diversos elementos inspirados na cultura oriental, se desenvolve ao redor do jovem Kubo, um garoto que consegue dar vida à formas de papel e, usando seus poderes, precisa recuperar a armadura de seu falecido pai para tentar derrotar um amargurado fantasma do passado. Durante a busca, recheada de cenas de ação e algumas pitadas de humor, o menino contará com a ajuda de uma determinada macaca falante e um atrapalhado besouro guerreiro.
A fantasia e a imaginação são partes integrantes de Kubo, mas elas contribuem para uma história com firmes raízes no mundo real e na experiência humana, que se propõe a discutir de forma sensível a morte e os papeis das estórias e das lembranças. Em um ano em que vários filmes infantis foram bem recebidos por crítica e público como Meu Amigo, o Dragão e Procurando Dory, a animação da Laika se destaca como a que mais ousou em termos de estética e profundidade do roteiro, sendo bem sucedida.
O tema sombrio não é motivo para afastar as crianças – basta pensar em clássicos que tiveram cenas como a morte da mãe de Bambi ou de Mufasa – e “Kubo” aposta em seus personagens carismáticos e suas criativas cenas de ação para ganhar o coração dos pequenos. Ele só não é indicado para os bem novinhos (abaixo de 4 anos), nem para os muito impressionáveis, pois há algumas cenas, como as que as duas tias bruxas do herói aparecem usando máscaras, que podem ser assustadoras. Já os adultos, devem ir preparados para uma experiência que além de divertir, provocará uma reflexão, e talvez, até algumas lágrimas.
Assista ao trailler 

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 11 de março de 2016

Pequeno Príncipe volta ao teatro com leveza e poesia

Montagem paulistana de Tony Giusti arrebata pelo inusitado, pela criatividade e pela delicadeza

De tempos em tempos, infelizmente com uma frequência menor do que eu gostaria, uma montagem de peça para crianças me desconcerta, a ponto de influir na objetividade que todos esperam de minha condição de “crítico”. São peças que me arrebatam e me deixam em um estado de encantamento mudo, um inebriamento zonzo e imediato, um certo flutuar por entre as nuvens do sublime. Coisas que só o teatro pode fazer por alguém, acho eu. E, então, ao começar a escrever sobre o que vi, tento seguir por outras vias que não sejam as de uma análise formal e técnica, buscando atalhos impregnados de sensações, mais do que tudo.
Quero tentar falar assim da magnífica versão de ‘O Pequeno Príncipe’, em cartaz no Top Teatro, em São Paulo, pois ela me “cativou”. O responsável: o chamado Nosso Grupo de Teatro, capitaneado por Tony Giusti. Acompanho há tempos as montagens sempre atraentes dessa companhia e me lembro de já ter saído assim arrebatado de pelo menos três delas: em 2003, com o texto inteligente de ‘A Alma Sem Menino’; em 2008, no poético jogo de palavras de ‘O Jardim dos Duendes’, e em 2013, na versão nada infantilizada de ‘O Patinho Feio’.
Agora, também adaptando de forma bastante inusitada e nada linear o clássico de Antoine de Saint Exupéry, Tony Giusti volta a nos brindar com teatro da melhor qualidade, feito com muito rigor e incrível criatividade. Sua direção é precisa, delicada, harmoniosa. Nos transporta para um ritmo de sonho, às vezes desconexo, às vezes hipnotizante, às vezes simplesmente belo. O espetáculo transmite o tempo todo a segurança de que tudo ali foi muito bem pensado, desenhado, arquitetado – mas com material evanescente. Como uma sucessão de belas imagens enevoadas, de lindos diálogos poéticos, de canções ternas e pontuais. Fiquei com a exata sensação de presenciar uma dramaturgia sendo tecida lentamente, laço por laço, bordado por bordado, prega por prega. Fernando Azevedo, no design de luz, contribui para a poesia climática que nos acolhe e nos abraça na plateia.
As frases mais conhecidas do Pequeno Príncipe estão todas lá, como: “Só se vê bem com o coração, pois o essencial é invisível aos olhos.” Ou: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” Porém, elas não pesam, não se sobressaem.  Fluem na narrativa como se estivessem sendo ditas pela primeira vez e como se não carregassem em si toda a carga de significados que elas acumularam com o sucesso mundial do livro. Mais um ponto para o adaptador Tony Giusti. O momento mais nonsense é o programa de auditório apresentado pelo Sol, que terá o principezinho como entrevistado. É um oásis de diversão e descontração, que acaba por valorizar ainda mais a linguagem simbólica e alegórica que permeia todo o espetáculo.
O diretor/adaptador teve a seu favor um elenco impecável, que soube entender a sua proposta. São eles: Artur Henrique, Marília Grampa, Rafael Anastasi e Rogério Nóbrega. Todos demonstram pleno domínio vocal, clareza de dicção, economia de gestos, precisão em cada olhar. Os momentos narrados são primorosos, no tom certo de memorialismo que brota do coração. E são atores que cantam bem afinados e com emoção a trilha original criada por Lucas Vasconcelos. Não posso deixar de citar também o bom gosto de Tony Giusti ao assinar figurinos elegantes, retrôs, de cores suaves e excelente caimento nos corpos em ação de todo o elenco. Inteligentemente, ele foge do conhecido casaco e da coroa do pequeno príncipe. E para todos os personagens, como a rosa, o baobá, a raposa, o sol, o contador de estrelas, ele criou chapéus repletos de informação, ou seja, as características de cada personagem estão basicamente concentradas nos chapéus que os atores usam durante o espetáculo. Uma simplicidade luxuosa, uma criatividade transbordante. ‘O Pequeno Príncipe’, de Tony Giusti, entra para a galeria de delicadezas do teatro brasileiro.
Top Teatro. Rua Rui Barbosa, 201, Bela Vista, tel. 11 2309-4102. Sábados e domingos às 16h e segundas às 21h. Ingressos a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Até 27 de março.
Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Destaques da programação infantil em São Paulo – por bora.aí

Anotem na agenda:
Estreia neste sábado o musical infantil O Palhaço e a Bailarina no Teatro Porto Seguro.

O Eataly oferece oficina infantil de cookies coloridos no sábado.

E domingo tem a Maratona Infantil do MIS totalmente inspirada na mostra O Mundo de Tim Burton!

Uma dica bacana para estimular o consumo consciente nas crianças é a Feira de Troca de Brinquedos do Sesc Pompéia.

Acesse o bora.ai para saber tudo o que rola para crianças em São Paulo!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Lançamento do filme "Snoopy and Charlie Brown - Peanuts, O Filme" e recreação gratuita no Shopping Pátio Higienópolis

De carona na estréia de “Snoopy e Charlie Brown - Peanuts, O Filme”, nos cinemas brasileiros, o  Shopping  Pátio Higienópolis em  São Paulo , inaugura uma área de recreação temporária inspirada no cartoon. As crianças vão poder ensaiar seus primeiros lances de hockey, esporte favorito da turma, customizar a casinha de Snoopy com adesivos, desenhar, assistir ao trailer do filme na versão 3D e até participar de um game que simula um voo do famoso beagle. Para crianças até 12 anos. Grátis, das 12h às 20h. Até 31 de janeiro.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Sobrevento chega aos 30 com mostra de seis infantis

Nos próximos sábados, o Sesc Consolação abrigará um espetáculo por semana desse vitorioso grupo de teatro, consagrado internacionalmente
A partir de amanhã e até 13 de fevereiro, todo sábado, às 11 horas, o Sesc Consolação, em São Paulo, exibe meia dúzias de peças infantis premiadas do Grupo Sobrevento, que este ano comemora suas três décadas de existência. Uma mostra muito especial e imperdível nessas férias escolares. Você e sua família poderão ver ou rever as seguintes pérolas de um repertório brilhante: O Anjo e a Princesa (amanhã, dia 9), A Cortina da Babá (dia 16), Mozart Moments (dia 23), Cadê o Meu Herói? (dia 30), Bailarina (dia 6/2) e Meu Jardim (dia 13/2). Fundado em 1986 por Luiz André Cherubini, Sandra Vargas e Miguel Vellinho, o Sobrevento se dedica principalmente à pesquisa da animação de bonecos, formas e objetos. Mas não só isso. Recentemente, mergulharam nas descobertas do teatro para bebês, por exemplo.  Já se apresentaram em mais de uma centena de cidades de 19 estados brasileiros, além de países como Peru, Chile, Espanha, Colômbia, Escócia, Irlanda, Argentina, Angola, Irã, México, Suécia e Estônia. Fiz seis perguntas para o grupo, que foram magnificamente respondidas por Luiz André Cherubini. Prestigie! Eles merecem sua presença.
CRESCER – O que significa para um grupo de teatro brasileiro conseguir a marca de 30 anos de trabalho?
Luiz André Cherubini – Nunca ligamos muito para efemérides – aniversários sempre foram acidentes matemáticos, para nós –, nunca fizemos festas, mas, em um breve olhar para trás, nos surpreendemos ao ver que fizemos cerca de 200 apresentações por ano, ao longo de trinta anos. Isto é mais do que uma apresentação, dia sim dia, não, em todos os anos de nossa longa carreira. E fomos a umas duzentas cidades de quase todos os estados brasileiros, a umas quarenta cidades espanholas, a uma dúzia de países de quatro continentes, a lugares tão distantes quanto o Irã e a Estônia e tão próximos como a Argentina e a Colômbia. Para um grupo de Teatro – sobretudo um de repertório, de pesquisa e de animação (tão na contramão) – esta é uma conquista extraordinária. Estamos orgulhosos e entusiasmados. Vimos o Teatro de Grupo se firmar, no Brasil, como um Teatro de Arte, avançado e provocador, comprometido com o público, com a qualidade, com o seu aperfeiçoamento e com a sua renovação. Vimos o Teatro para a Infância e a Juventude amadurecer e ganhar público. Vimos o Teatro de Animação transformar-se em um teatro complexo e plural, diverso e rico, igualmente popular e erudito, tradicional e de vanguarda. Vimos o Teatro de pesquisa sair do seu gueto e ganhar reconhecimento. Vimos o Teatro para Bebês nascer. Somos parte deste movimento que não tem nem 50 anos e temos, até mesmo, o nosso quinhão nestas mudanças. Sentimos que somos parte de uma grande onda, de um grande número de artistas e grupos, que renovou o perfil do Teatro em nosso país e que ganhou espaço e reconhecimento no exterior. Continuar ativos, animados e inquietos, depois de trinta anos, significa que fomos capazes de nos transformar continuamente. E que tivemos, não só garra e amor à nossa Arte, mas muita sorte. De modo que, agora, vamos celebrar: vamos festejar.
CRESCER – Quais as principais dificuldades enfrentadas por vocês desde o início da carreira e que ainda persistem até hoje?
Cherubini – Mais do que uma reunião de pessoas que se dedicam à mesma Arte, um grupo de Teatro é um projeto artístico. Mantê-lo por trinta anos não é ser fiel a uma estética ou a um ideal: é manter-se em movimento, renovando-se, desafiando – constantemente – o nosso público e a nós mesmos. É caminhar, aos pulos, à beira do abismo. É equilibrar pratinhos chineses. É dirigir uma ambulância. É manter uma família unida em almoços de domingo que acontecem todos os dias. Sobretudo porque um grupo de teatro é uma forma de organização curiosa, cooperativada, familiar, artesanal, pouco ou nada hierarquizada, que vive um equilíbrio precário e que se obriga a um risco constante. Vivemos um tempo em que quase não havia festivais de Teatro no país, em que o Teatro de Grupo era desmerecido, em que o Teatro coletivo era tido como uma aventura de amadores, em que o Teatro de Animação era confundido com um entretenimento de festas infantis, em que fazer Teatro para Bebês era quase como fazer Teatro para cachorros. Isso mudou. O que nunca mudou foi a falta de apoio nacional à presença do Teatro brasileiro no exterior – muitos países tomam o Teatro como um símbolo de sua Cultura, de sua presença no estrangeiro e o Brasil tem Teatro de sobra para ser mais do que o país do Carnaval e do futebol. Como nunca mudou a fragilidade da ligação entre Escola e Teatro, quando a Cultura e a Arte são vitais para o desenvolvimento do ser humano e têm que estar ligadas estreitamente à Educação. E ainda há muito para se fazer para que o Teatro seja entendido como Arte e não um simples negócio e entretenimento. E ainda é preciso que a infância – e, especialmente, a primeira infância – seja entendida, respeitada e priorizada.
CRESCER – Qual o (s) espetáculo (s) que mais repercutiu (repercutiram) na imprensa nesses 30 anos e por quê?
Cherubini – Nunca nos preocupamos muito nem em medir repercussões na Imprensa, que muitas vezes tem mais a ver com um projeto mercadológico, nem em nos medir por elas. Nunca preferimos agradar críticos, que frequentemente têm mais a ver com fazer um teatro muito bem feito ou muito chamativo, a correr riscos verdadeiros. Nunca buscamos prêmios. Assim, tivemos momentos em que estivemos mais na moda e momentos em que estivemos mais desaparecidos da mídia, mas soubemos criar alternativas de divulgação e conseguimos, sempre, manter o nosso público. Mantivemos um perfil discreto e, talvez por isso, sejamos respeitados e pouco temidos. E, mesmo surpreendendo, decepcionando, desagradando – o que é próprio de um teatro experimental e de pesquisa –, criamos poucos desafetos. Colecionamos, entretanto, um grande número de matérias, sobretudo, de nossos espetáculos BeckettMozart MomentsSão Manuel BuenoMártirCadê o meu Herói?Submundo, do nosso Teatro para Bebês, mas desconfiamos que, mais do que por uma moda momentânea, pela longevidade desses espetáculos.
CRESCER – Como é a repercussão internacional dos espetáculos do grupo Sobrevento? As temáticas e linguagens escolhidas atingem também o público de outras culturas e realidades?
Cherubini – O Sobrevento é muito reconhecido no meio teatral de muitos países, não só por sua presença com espetáculos em muitos festivais importantes, mas também pela colaboração e intercâmbios com várias companhias estrangeiras e pela curadoria de muitos festivais internacionais de teatro no Brasil (Rio Cena Contemporânea, SESI Bonecos, Festival Internacional de Teatro de Objetos, Primeiro Olhar, Semana Internacional de Teatro de Animação do Sobrevento, Rio Bonecos, Mostra Maria Mazzetti, entre outros). E o Sobrevento é muito querido: tanto é assim, que é chamado, constantemente, para festivais no exterior. Porém, fazer Teatro fora do Brasil é sempre uma aventura. Naturalmente, há culturas que conhecemos mais, há alguns idiomas que dominamos, porém, definitivamente, a transculturalidade não existe. Vivemos isso em muitas situações cotidianas, em diferentes países: desde interromper alguém que está falando ou tocar pessoas até cometer gafes só perdoáveis a um estrangeiro desavisado. E isso se potencializa muito em um palco onde você apresenta um espetáculo delicado. Há espetáculos que são fechados, firmes, que são o que são, mas há espetáculos que dependem mais do encontro que todo Teatro é, que dependem mais do público. E, feliz ou infelizmente, nossos espetáculos são todos assim. Nos jornais da Estônia, por exemplo, éramos um grupo vindo de um país “exótico”. No Irã, censores nos obrigaram a dançar uma valsa a um palmo de distância um do outro. E um espetáculo nosso que criou filas imensas na Irlanda, foi um fiasco em sua primeira apresentação na Escócia, dois dias depois, e outro sucesso na Espanha, na semana seguinte. Porque irlandeses, escoceses e espanhóis são, definitivamente, diferentes. E um espetáculo nosso no País Basco será bem diferente na Andaluzia e na Catalunha, mesmo com um intervalo de um único dia entre as apresentações. Quando se conhece bem um povo, esse diálogo se dá de forma mais controlada. De todo modo, fazer Teatro fora do Brasil é sempre navegar um mar desconhecido, não só por conta de temáticas e linguagens, de idiomas, musicalidades, gestos e ritmos, mas também por conta de muitas idiossincrasias sutis, frutos de história, de cultura, que se manifestam por canais que não conhecemos e não somos nem mesmos capazes, vindos de outro berço, de perceber.
CRESCER – Mais recentemente, o grupo virou um dos maiores representantes brasileiros do chamado ‘teatro para bebês’. Como foi a repercussão dessa vertente com o público?
Cherubini – Há um preconceito enorme contra os bebês. À primeira infância é negado o direito à integração social, ao convívio comunitário. Os bebês pensam, se emocionam, se comunicam. Todo pai sabe disso, todo professor e funcionário de creche, todo artista que faz teatro para bebês sabe disso, mas ainda há meio mundo a convencer. Os pais lotam as apresentações, se envolvem, se emocionam. Bebês convivem com bebês, formam-se estacionamentos de carrinhos de bebês. E é uma surpresa para os pais descobrir que seus bebês são autônomos em uma experiência teatral. E que gostam não só de xilofone e cores vivas ou tons pastel, mas de violino, piano, branco, marrom, cinza. O problema com os espetáculos para bebês é o excesso de público e a pouca oferta de espetáculos (sobretudo os que traduzam um pensamento firme e uma proposta estética fruto de reflexão e posicionamento), o que é difícil de administrar por programadores e espaços teatrais. Os pais e professores, porém, acreditam no Teatro e o que acontece com os bebês, a partir daí, é uma experiência profundamente comovedora e transformadora: um Teatro como o Teatro deveria sempre ser.

CRESCER – Quais os planos após essa mostra comemorativa no Sesc Consolação? O que vem por aí?
Cherubini – Depois do privilégio de apresentar seis de nossos infantis em um dos melhores teatros do país e um dos Teatros mais queridos por nós e todos os paulistanos, queremos apresentar os adultos de nosso repertório. E outros espetáculos especiais, para todo o público, que também mantemos vivos. Faremos uma nova edição de nosso Festival Internacional de Teatro para Bebês, circularemos com nossos adultos mais recentes pelo interior de São Paulo e por diferentes estados brasileiros e, se tudo der certo, visitaremos Rondônia e Rio Grande do Norte, os dois únicos estados brasileiros onde nunca estivemos. E queremos voltar a cartaz com o nosso último espetáculo – Só – e criar um novo espetáculo, comemorativo dos nossos trinta anos, e recompor esta nossa trajetória, quem sabe em uma exposição, quem sabe em um livro, se contarmos com mais sorte do que temos tido (porque ainda precisamos de uma subvenção pela qual estamos lutando). Nossos planos só vão, por enquanto, até aí. Construímos nossa carreira fazendo, fazendo, fazendo – Teatro e planos – e assim seguiremos adiante, juntos, intranquilos, tanto tempo quanto o tempo nos der.
SERVIÇO
Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245, tel.: (11) 3234-3000. Sábados, sempre às 11 h. Ingressos a R$ 17 (inteira); R$ 8,50 (meia) e R$ 5 (credenciados do Sesc). Dia 09/01: O Anjo e a Princesa. Dia 16/01: A Cortina da Babá. Dia 23/01: Mozart Moments. Dia 30/01: Cadê o Meu Herói? Dia 06/02: Bailarina. Dia 13/02: Meu Jardim.
Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Programação para curtir o fim de semana com as crianças


Em comemoração do Dia das Crianças, o Shopping Cidade Jardim oferece o show Beatles para Crianças amanhã.
O espetáculo Beatles para Crianças, que está fazendo o maior sucesso junto aos fãs mirins dos meninos de Lievrpool, fará uma apresentação gratuita sábado no Shopping Cidade Jardim, em comemoração ao Dia das Crianças.
Ao lado do palco, a partir das 15h, haverá mais três atrações divertidas: espaço para fotos com pintura de uma faixa zebrada para travessia de rua ao estilo da Abbey Road em Londres, ilustração de um submarino – ainda branco – a ser colorido pelas crianças e quebra-cabeça em cubos para montar as figuras dos quatro Beatles.
O show está marcado para as 16h e o evento será no 4º piso (ao lado da Casa da Árvore).

Pracinha Oscar Freire também comemora o Dia das Crianças amanhã com uma super programação gratuita.
Que tal comemorar o Dia das Crianças na Pracinha Oscar Freire?
Neste sábado a Associação dos Lojistas dos Jardinspreparou uma programação super bacana para os pequenos com atividades lúdicas e educativas.
Vi ter estímulo sensorial para bebês, oficina de marcenaria, capoeira, histórias contadas em inglês e muito mais. Confira:
Steps Baby Lounge
  • Espaço Baby: circuito de motricidade para bebês de 3 meses a 1 ano e instalação de expressão artística 
  • Roda de Capoeira e Música para crianças de 2 a 5 anos 
Casa do Brincar
  • Brincadeiras de rua para crianças de 2 a 8 anos 
Casa das Ideias
  • Oficina de construção de carrinhos e aviões motorizados para crianças de 5 a 10 anos 
Cadê Bebê
  • Espaço do brincar livre com oficina de marcenaria para crianças de 3 a 5 anos 
  • Exploração sensorial para bebês de até 1 ano 
Quintal Sete Cores
  • Oficina de marcenaria e artes para crianças de 3 a 6 anos 
Red Balloon
  • Storytelling em inglês para crianças acima de 3 anos 
Quintal da Vovó
  • Modelagem em massinha para crianças de 2 a 5 anos 
Start
  • Customização de almofadas 
LUSH
Mesa com sabonetes massinha para crianças 


Estreia nesse final de semana o novo espetáculo O Maestrino, com a Cia do Quintal, no Teatro Alfa.
Cia do Quintal, premiada pelos espetáculos Jogando no Quintal e A Rainha Procura, estreia O Maestrino no Teatro Alfa.
Após mais um dia de fracasso, o palhaço maestrino dorme e, nos seus sonhos, se depara com um mundo lúdico composto por diversos personagens representados por diferentes máscaras. A peça, sem texto, utiliza linguagem de clown e máscaras expressivas para criar um mundo fantasioso e convidar adultos e crianças a sonharem acordado.

Quando, onde...

3/10/2015 - 29/11/2015
Sáb - Dom: 16h00 às 17h00

Classificação: Livre, recomendação etária: acima de 4 anos
tel.:
  • 11 5693 4000
Ingressos
  • R$ 30,00 inteira
  • R$ 15,00 meia

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

7 Dicas para montar um bailinho de Carnaval em casa

O Carnaval está aí! Adoro esse clima alegre e contagiante do feriado predileto dos brasileiros!
Os próximos dias serão de pura diversão, momento de reunirmos os amigos e as crianças. Que tal fazer um bailinho de Carnaval caseiro para animar ainda mais e entreter os pequenos?
Para ajudar a organizar um bailinho bacana, resolvi escrever algumas dicas para ajudar!
Vamos às dicas:
1) Fantasia é a regra número 1!
Que TODOS (inclusive os adultos) deverão ir de fantasia é óbvio, mas é sempre bom frisar no convite! Você pode até escolher um tema: Baile de Máscaras, Olinda, Abadá, Escola de Samba… Tudo é motivo de festa!
2) Convidados!
Faça a lista de convidados e contabilize o número de crianças e adultos. Essa etapa vai facilitar na escolha do cardápio, dos drinques e até da decoração.

3) Música!
Parte fundamental para um bom bailinho de Carnaval! Faça uma seleção bacana de músicas típicas: Marchinhas de Carnaval, enredos de escolas de samba e até o Axé são ótimas pedidas, mas vale até acrescentar outros ritmos animados se você achar que as pessoas vão curtir. Para agradar as crianças, essas são algumas dicas de CDs que eles vão adorar: Carnaval do Palavra CantadaCarnaval do FurunfunfumSamba pras criançasSassaricando – e o Rio inventou a marchinhaForró pras crianças.
4) Decoração!
Diversas lojas vendem artigos para festas de Carnaval. Dê preferência para peças e objetos coloridos e muito alegres, abuse das cores e apetrechos. O ideal é  escolher um lugar adequado para montar a mesa para que sirva de apoio e fique ao alcance rápido dos amigos e principalmente das crianças. Espalhe serpentinas e confetes por todo lado e não deixe de ter saquinhos extras e máscaras para oferecer aos convidados!
5) Crie um espaço!
O balinho de Carnaval é para as pessoas pularem e dançarem até cansar! Uma grande sala, salão de festas, garagem ou quintal podem ser lugares ideais para a festa. Afaste os móveis e crie um verdadeiro salão!
6) Comes e bebes!
O cardápio deve ser leve. Frutas, picolés, sanduichinhos embalados, pipoca, pão de queijo, pirulito… Enfim, tudo que for fácil de comer e que os convidados possam dançar enquanto comem! As bebidas também ajudam a refrescar o momento de calor e euforia. Para os adultos cerveja bem gelada, caipirinha e refrigerante. Para as crianças: sucos, água de coco e muita água mineral para hidratar!
7) Atividades!
Além de dancar e pular muito, você pode criar algumas atividades para agradar ainda mais as crianças: fazer trenzinho, pintura facial (com tinta apropriada e anti-alérgica, claro), máscaras para customizar (basta vocês fazê-las em cartolina branca e deixar canetinhas, cola e lantejoulas para as crianças decorarem), karaokê com músicas de Carnaval, desfile de fantasias… Enfim, o que você quiser, o que importa é se divertir!
Bom Carnaval a todos!!!
Fonte: Revista Crescer e Blog Just Real Moms

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mês das Crianças no Iguatemi

O Espaço Fashion do Shopping Iguatemi preparou uma programação superanimada para o mês das crianças. Até o dia 22 de outubro os pequenos com mais de 2 anos poderão participar de oficinas de gesso, cupcakes orgânicos, camarim Piks e ainda uma série de atividades surpresa! Agora, se você quiser passar um gostoso dia em família, na semana de 13 a 17 de outubro o Cinemark oferece uma programação gratuita com a exibição de filmes infantis, sempre às 10h30. Dá para pegar um cineminha, almoçar com as crianças e ainda participar das oficinas. Bora aí?
  • 13/10: Os Boxtrolls
  • 14/10: Os caça fantasmas
  • 15/10: A lenda de Oz
  • 16/10: A lenda de Oz
  • 17/10: Festa no Céu

Quando, onde...

10/10/2014 - 22/10/2014
diariamente: 12h00 às 20h00

Local: Espaço Fashion, Piso Superior.
tel.:
  • 11 3816 6116
Ingressos
  • gratuito

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

GIGANTES PRÉ-HISTÓRICOS “INVADEM” O ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO

A mais interativa e tecnológica exposição de dinossauros no Brasil foi inaugurada no Zoológico de São Paulo.
Um recorte da Mata Atlântica em pleno Parque Zoológico de São Paulo habitado por enormes dinossauros. Sim, animais da Era Mesozoica dividindo espaço com outros da Era atual, a Cenozoica.
Tiranossauro Rex, Pterodátilos, Mamenquissauro e outros a uma distância assustadoramente próxima, capaz de se fazer ouvir as respirações e grunhidos dos gigantes e vivenciar, por alguns momentos, a rotina desses animais pré-históricos que despertam até hoje tanta curiosidade.
Tal experiência, antes difícil de ser vivida fora das telas de cinema, já é possível no Zoológico de São Paulo. Localizada na Alameda Lobo, próximo à Arena Cultural e ao Espaço Abaré, está montada a exposição “O Mundo dos Dinossauros”, a mais incrível e tecnológica já disponível no Brasil.
São mais de 20 dinossauros robotizados, em tamanho real, em uma área com mais de 3 mil metros quadrados em meio à natureza, como a que eles viviam há 65 milhões de anos, quando foram extintos. As peças estão posicionadas em meio à Mata Atlântica do Zoológico, no mesmo local onde, por conta da preservação ambiental, habitam diversas espécies de animais de vida livre, como tucanos, pica-paus, sabiás, tatus, macacos bugios, bichos-preguiça e lagartos teiús. As réplicas de dinossauros parecem reais, se movimentam  e até respiram. Há animais de oito metros de altura e de até 25 metros de comprimento entre os expostos. Há ainda réplicas de fósseis.
Pesquisas revelam que os dinossauros habitaram a Terra há 220 milhões de anos. No Brasil, há vestígios deles no Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Paraíba, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, mas a partir de agora eles estarão na capital paulista, em uma experiência totalmente real e interativa, inédita no país, usando parte de uma floresta natural, não mais representada.
A exposição, que será apresentada ao público ao ar livre, é considerada uma aventura que rompe conceitos, transformando meros visitantes em verdadeiros exploradores da Era Mesozoica. Crianças, jovens, adultos ou idosos se encantarão com a experiência mágica de tocar, ouvir, ver e sentir os monstros da pré-história.
A visita começa dentro do zoológico, em uma área isolada dos outros animais, dando a quem optar por fazer o passeio pré-histórico uma sensação ainda mais próxima da atmosfera jurássica. Há ainda cinema em quatro dimensões para os visitantes.


Funcionamento
A exposição, que permanecerá no Zoo por no mínimo 1 ano, funciona diariamente, das 9h às 16h30 (horário de fechamento da bilheteria).


Ingressos
Os ingressos podem ser adquiridos por quem visita o Zoo diretamente  na bilheteria da exposição, em conjunto com o ingresso do Zoo ou ainda em conjunto com o projeto ZooTur (Ponte Orca – Metrô Jabaquara), conforme descrito nas tabelas abaixo:

Os  ingressos na Bilheteria do Mundo Dinossauros estão disponíveis para venda apenas para visitantes do Parque Zoológico.
Não é permitida a visitação exclusiva ao Mundo Dinossauros.





sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Fim de semana em Família no Mamusca

O Mamusca estará de portas abertas neste sábado com uma programação incrível para toda a família. Vai rolar oficina verde, curso de shantala, brincadeiras e muito mais. Confira abaixo os horários:
  • 10h às 13h: Curso de Shantala (Para Pais, Mães, Avós e Cuidadores – com inscrição prévia e pagamento à parte)
  • 10h às 11h, 11h30 às 12h30, 14h30 às 15h30, 16h às 17h : Oficina Verde (Para Pequenos de 3 a 6 anos)
  • 14h30 às 15h15: Música para pequeninos (Para Pequenos de 3 a 12 meses)
  • 16h às 16h45: Música para pequeninos (Para Pequenos de 13 a 30 meses)
  • Brincadeiras na sala de brincar e no quintal durante todo o dia.



    Quando, onde...

    27/9
    Sáb: 10h00 às 18h00

    Algumas atividades tem capacidade máxima de pessoas. Poderão ser feitas reservas na Recepção.
    tel.:
    • 11 2362 9303
    Ingressos
    • R$ 25,00 por hora no Espaço Brincar
    • R$ 45,00 oficina
    • R$ 75,00 à vontade